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Conceito de slow home influencia consumo e reforça casa como refúgio urbano

25 de Fevereiro de 2026

Movimento voltado ao bem-estar muda a forma de escolher móveis e prioriza conforto, funcionalidade e permanência

A MAC Design alia resistência, conforto e estética para transformar varandas e jardins em ambientes preparados para o convívio e para períodos mais longos de permanência | Foto: Divulgação 

A busca por uma casa mais acolhedora, funcional e conectada ao bem-estar tem impactado diretamente o comportamento de consumo no segmento de mobiliário de alto padrão. No Mundo Robusti, essa mudança já é percebida na forma como os clientes escolhem as peças e na curadoria da loja, cada vez mais voltada a produtos que valorizam conforto real, materiais naturais e design atemporal, em sintonia com o conceito de slow home.
 
Mais do que uma tendência estética, o movimento propõe uma relação mais consciente com o morar, em que qualidade e permanência passam a ser mais relevantes do que a quantidade de itens ou a renovação constante dos ambientes. “Hoje, o cliente busca móveis que acompanhem seu ritmo de vida e que façam sentido na rotina. Não é apenas sobre compor um espaço bonito, mas sobre criar ambientes que acolham, favoreçam o descanso e as relações dentro de casa”, afirma Maura Robusti, diretora do grupo.
 
Essa mudança também se reflete na escolha de marcas que priorizam processos artesanais, conforto e durabilidade. Presente na curadoria do Mundo Robusti, a italiana Natuzzi traduz esse olhar ao desenvolver estofados que combinam ergonomia, matérias-primas de alta qualidade, desenho atemporal e tecnologia. As peças deixam de ocupar apenas um papel estético e passam a ser centrais na experiência de uso da casa, acompanhando os momentos de descanso, convivência e permanência nos ambientes.
 
Nos espaços externos, o mesmo conceito orienta a escolha de mobiliários que incentivam o uso mais frequente das áreas ao ar livre. Com a MAC Design em sua curadoria, o Mundo Robusti oferece soluções que aliam resistência, conforto e estética, transformando varandas e jardins em ambientes preparados para o convívio e para períodos mais longos de permanência, fortalecendo a relação com a natureza e promovendo bem-estar no dia a dia.
 
Para Maura Robusti, essa mudança está diretamente ligada a uma nova percepção de valor. “Investir em qualidade em vez de quantidade, priorizar o conforto e escolher peças que façam sentido para o momento de vida são decisões que transformam a relação com a casa. O morar precisa acompanhar as necessidades de quem vive ali, e não o contrário”, destaca.

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