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Advogada Geysa da Paz Grycajuk defende atendimento individualizado com técnica e humanidade

9 de Outubro de 2026

Com quase dez anos de atuação, profissional explica por que cada processo exige uma análise própria e como a escuta atenta contribui para uma orientação jurídica mais clara, transparente e adequada à realidade do cliente

Foto: Divulgação

Por trás de cada processo existe uma pessoa tentando proteger um direito, compreender uma situação ou encontrar uma saída para um momento difícil. Embora algumas demandas possam parecer semelhantes à primeira vista, cada uma reúne fatos, documentos, relações e consequências próprias. Para a advogada Geysa da Paz Grycajuk, reconhecer essas diferenças é o primeiro passo para oferecer uma orientação jurídica responsável.

Sua forma de atender começou a ser construída antes mesmo do ingresso na faculdade de Direito, em agosto de 2011. Na época, a Dra. Geysa trabalhava como recepcionista no setor de exames por imagem de um hospital e convivia diariamente com pessoas fragilizadas, preocupadas e, muitas vezes, com medo. A experiência ensinou que ouvir com atenção, acolher dúvidas e tratar cada pessoa com respeito pode fazer diferença em momentos de insegurança. Anos depois, já na advocacia, ela percebeu que essa mesma sensibilidade continuava sendo indispensável.

Atuando principalmente em Direito do Consumidor e Direito Civil, especialmente em demandas de Direito de Família, a advogada recebe clientes que frequentemente chegam emocionalmente abalados e sem saber como organizar os próprios relatos. Nessas situações, a técnica jurídica é essencial, mas precisa estar acompanhada da compreensão do contexto vivido pelo cliente.

"É preciso escutar com sensibilidade, compreender o contexto e transmitir segurança sem criar falsas expectativas", afirma a Dra. Geysa.

Análise individualizada começa pela organização dos fatos

Duas pessoas podem procurar um advogado com conflitos aparentemente iguais, mas isso não significa que a mesma estratégia poderá ser adotada nos dois casos. Datas, documentos, condutas anteriores, prazos e outras circunstâncias específicas podem modificar toda a análise.

"A legislação fornece as regras, mas a atuação precisa ser construída a partir da realidade de cada cliente", explica a advogada.

Na prática, o atendimento individualizado começa com a escuta do cliente e a organização cronológica dos acontecimentos. Em seguida, a advogada analisa os documentos, separa o que está comprovado daquilo que ainda depende de explicação ou de novas provas e verifica a legislação vigente. Quando necessário, também pesquisa decisões e entendimentos nos canais oficiais dos tribunais.

O trabalho inclui antecipar os argumentos da outra parte e as possíveis dúvidas do juiz. Essa preparação permite reconhecer fragilidades, avaliar a necessidade de outros documentos e considerar, antes do ajuizamento, qual caminho é juridicamente adequado.

"Uma petição precisa ser fiel aos fatos, juridicamente fundamentada e coerente com o objetivo do cliente", destaca a advogada.

A análise considera ainda os prazos, as pessoas envolvidas, a existência de urgência e os riscos processuais, financeiros e pessoais. Também é necessário distinguir aquilo que o cliente sabe do que imagina, presume ou ouviu de terceiros, porque a estratégia jurídica deve se apoiar em fatos que possam ser demonstrados.

Modelos e tecnologia não substituem a análise profissional

A facilidade de encontrar petições e contratos prontos na internet criou a impressão de que bastaria preencher um modelo para resolver qualquer problema jurídico. A advogada reconhece que esses materiais podem ajudar a organizar a estrutura de um texto, mas alerta que jamais devem substituir a análise profissional.

O uso automático de modelos pode reproduzir informações estranhas ao caso, empregar fundamentos desatualizados, formular pedidos incompatíveis ou omitir justamente o fato ou o documento mais importante para a demanda.

"Um texto pode parecer correto e, ainda assim, conter falhas graves. A advocacia exige compreensão do problema, adaptação técnica e responsabilidade pelo conteúdo apresentado", ressalta a Dra. Geysa. "Eficiência não pode significar perda de qualidade ou de atenção individual", afirma.

A tecnologia pode auxiliar o trabalho, mas não substitui a compreensão da história, das prioridades e das circunstâncias de cada cliente, nem assume a responsabilidade ética pela orientação prestada. Pesquisas rápidas e textos automatizados não dispensam a análise dos documentos, a avaliação das provas e o julgamento profissional necessário à escolha do caminho adequado.

Escuta e clareza também fazem parte da análise jurídica

Antes de falar sobre leis, prazos ou possibilidades processuais, a advogada procura compreender o relato do cliente. A pessoa conta o problema a partir daquilo que viveu e sentiu e nem sempre consegue identificar quais informações possuem relevância jurídica. Cabe ao advogado fazer as perguntas certas, reconstruir os acontecimentos e perceber detalhes que poderiam não aparecer em uma conversa apressada.

"Se o advogado não compreende o que aquela pessoa está vivendo, corre o risco de oferecer uma resposta tecnicamente correta, mas inadequada à realidade do caso", observa a Dra. Geysa.

Essa escuta ganha especial importância no Direito de Família, em que separações, questões relacionadas aos filhos, patrimônio e conflitos familiares também afetam a rotina e a saúde emocional das pessoas. O atendimento humanizado não significa conduzir o trabalho apenas pela emoção: a sensibilidade permite compreender o cliente, enquanto a técnica delimita o que é juridicamente possível.

Para a Dra. Geysa, cabe ao advogado esclarecer, desde o início, as possibilidades jurídicas identificadas, os pontos que dependem de prova, os riscos envolvidos e as limitações do caso.

"O cliente não precisa conhecer o Direito para procurar ajuda. É responsabilidade do advogado tornar a orientação clara e compreensível", afirma a profissional.

A estratégia exige a avaliação das provas, dos riscos, das alternativas e das possíveis reações da outra parte. O atendimento humanizado pressupõe explicar esses aspectos com clareza, respeitar os limites do cliente e apresentar, de forma responsável, as possibilidades e limitações jurídicas do caso.

"Uma advocacia estratégica precisa proteger juridicamente e, ao mesmo tempo, permitir que o cliente participe das decisões com segurança", resume a advogada.

Em algumas situações, o caminho adequado será o ajuizamento de uma ação. Em outras, a negociação, o acordo ou a orientação preventiva poderá atender melhor ao objetivo do cliente. O compromisso profissional deve estar ligado à solução adequada ao caso, e não à adoção automática de uma medida judicial.

Problemas reais não chegam separados por áreas

Embora sua atuação esteja concentrada no Direito Civil, especialmente em Direito de Família, e no Direito do Consumidor, a Dra. Geysa possui formação continuada em Direito Civil e Processual Civil, Direito Tributário, Direito do Consumidor e Novas Tecnologias, Direito Bancário e Direito Digital.

Essa visão multidisciplinar contribui para analisar situações que envolvem diferentes áreas ao mesmo tempo. Uma demanda familiar pode trazer questões patrimoniais, contratuais e bancárias. Uma fraude digital pode exigir conhecimentos de Direito Civil, do Consumidor, Bancário e Processual.

"Essa visão multidisciplinar é importante porque os problemas reais não chegam separados em categorias", explica a advogada.

A integração entre diferentes conhecimentos não elimina a necessidade de reconhecer os limites de cada atuação. Pelo contrário, ajuda o profissional a perceber quando o caso exige um estudo mais específico ou a participação de outro especialista.

Uma trajetória construída da recepção à advocacia

Durante a faculdade, a Dra. Geysa trabalhou por aproximadamente três anos como secretária em um escritório de advocacia, onde teve contato direto com os processos e com a rotina dos profissionais. Depois, ingressou em outro escritório como estagiária e recebeu apoio dos advogados com quem trabalhava, inclusive durante a preparação para o Exame de Ordem, no qual foi aprovada antes de concluir a graduação.

Em agosto de 2016, a profissional colou grau e, no mês seguinte, prestou o juramento perante a Ordem dos Advogados do Brasil em Londrina, no Paraná. Permaneceu no escritório como advogada parceira e passou a amadurecer sua atuação a partir dos desafios da prática.

"Essa trajetória, da secretaria à advocacia, ensinou-me que o conhecimento é construído gradualmente e que nenhum caso deve ser tratado de maneira superficial", conta a advogada.

Em setembro de 2026, a Dra. Geysa completa dez anos de atuação como advogada. Mesmo após uma década de carreira, afirma que continua aprendendo com cada demanda e com cada pessoa atendida.

Acesso à Justiça também faz parte de seu propósito

Para a advogada, o propósito da profissão não está limitado à resolução de processos judiciais. Seu trabalho busca ampliar o acesso à Justiça e orientar cada pessoa na escolha do caminho juridicamente adequado à sua realidade.

A Dra. Geysa também considera importante orientar sobre os diferentes caminhos de acesso à Justiça. Quando uma pessoa não possui condições de contratar o atendimento particular, informa sobre a possibilidade de buscar a Defensoria Pública ou, nas hipóteses cabíveis, receber assistência da advocacia dativa.

Atuar como advogada dativa é uma parte da carreira que a profissional valoriza. Para ela, essa atuação concretiza a função social da advocacia e contribui para efetivar o acesso à Justiça de pessoas em situação de vulnerabilidade financeira, em consonância com a garantia constitucional de assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovem insuficiência de recursos.

"Meu propósito é utilizar o conhecimento jurídico para aproximar as pessoas da Justiça possível e adequada ao caso delas", afirma.

Foto: Divulgação

Ética, informação e confiança

Na hora de escolher o profissional que conduzirá uma demanda, a Dra. Geysa recomenda observar critérios objetivos: se o advogado escuta com atenção, analisa os documentos, explica o caso de forma compreensível e formaliza com clareza o serviço que será prestado.

Também é importante que o profissional seja transparente sobre os riscos, os custos, as etapas e as limitações da atuação. As normas éticas da OAB vedam qualquer promessa de resultado. O cliente precisa saber como será feita a comunicação durante o trabalho e sentir liberdade para apresentar suas dúvidas.

"Confiança não se constrói com promessas, mas com informação, responsabilidade e coerência", destaca a advogada.

Ética, fidelidade aos fatos, estudo contínuo e transparência são alguns dos princípios que orientam o trabalho da Dra. Geysa. Sua proposta é agir com firmeza quando a situação exige, mas sem perder a sensibilidade para compreender o momento vivido pelo cliente.

"Quero que meu trabalho seja marcado pela união entre técnica e humanidade, pelo acesso à Justiça e pela confiança construída de maneira responsável", conclui a advogada.

Para acompanhar o trabalho da Dra. Geysa da Paz Grycajuk (OAB/PR nº 83.690) e acessar conteúdos informativos sobre Direito Civil, Família, Consumidor, Bancário, Digital e Tributário, acesse o perfil no Instagram: @geysagrycajuk.adv.

Nota: Conteúdo de caráter informativo. A aplicação do Direito depende das circunstâncias e das provas de cada caso.

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