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| Foto: Magnific |
Quem procura onde comprar backlinks normalmente já entendeu que conquistar menções espontâneas pode levar tempo. O problema é que encontrar um fornecedor confiável também não é tão simples quanto parece. Existem agências que cuidam de praticamente todo o processo, marketplaces com milhares de sites disponíveis e plataformas que combinam tecnologia com suporte especializado.
Em meio a tantas opções, é comum olhar primeiro para métricas como autoridade de domínio, tráfego estimado e preço. Esses dados ajudam, mas não contam toda a história. Um backlink só faz sentido quando o site, o conteúdo, o público e a página de destino têm alguma relação entre si.
Também não existe uma plataforma que seja automaticamente a melhor para todo mundo. Uma agência brasileira pode atender melhor quem deseja suporte próximo e publicações nacionais. Já um marketplace internacional pode fazer mais sentido para quem quer pesquisar portais, comparar métricas e conduzir campanhas em vários países.
Neste artigo, apresentamos três formas diferentes de contratar esse tipo de publicação: EVTE Marketing, Collaborator e Bazoom. A proposta não é eleger uma vencedora, mas explicar o que cada serviço entrega para que o próprio comprador possa avaliar qual modelo se aproxima mais da sua necessidade.
Backlinks são links publicados em outros sites que direcionam o leitor para uma página do seu domínio. Eles podem surgir em reportagens, entrevistas, guias, artigos de opinião, conteúdos patrocinados, listas de referências e várias outras situações.
Na prática, um link pode ajudar pessoas e mecanismos de busca a descobrirem uma página. Dependendo do contexto, também pode gerar visitas qualificadas, ampliar a exposição de uma marca e reforçar a relação entre um site e determinado assunto.
O erro está em imaginar que todos os backlinks funcionam da mesma maneira. Um link inserido em um artigo bem escrito, publicado em um portal relacionado ao tema e acessado por leitores reais tem características muito diferentes de dezenas de links espalhados por páginas sem tráfego, sem identidade editorial ou criadas apenas para essa finalidade.
Por isso, quantidade isolada diz pouco. Antes de contratar qualquer publicação, é preciso olhar para o contexto em que o link será inserido, a qualidade do domínio, o histórico do site e a utilidade do conteúdo para quem chegar até aquela página.
Essa pergunta não admite uma resposta única. Tudo depende do objetivo da contratação, do formato utilizado e da maneira como os links serão tratados.
Uma empresa pode pagar pela publicação de um conteúdo para divulgar uma pesquisa, apresentar um produto, fortalecer sua presença em determinado mercado ou alcançar o público de um portal. Essas relações comerciais fazem parte da publicidade digital.
O ponto de atenção aparece quando a compra é feita principalmente para manipular as classificações da busca. As políticas do Google incluem entre os exemplos de spam a compra ou venda de links para fins de posicionamento, inclusive o pagamento por artigos que contenham links. O Google, porém, reconhece que links pagos podem existir normalmente como publicidade ou patrocínio, desde que sejam qualificados com rel="sponsored" ou rel="nofollow".
Isso significa que não existe uma compra de backlinks totalmente livre de análise ou de responsabilidade. O contratante deve entender o que está adquirindo, como a publicação será identificada e qual papel aquele conteúdo terá dentro de sua estratégia de marketing.
Também convém desconfiar de promessas de posições garantidas. Nenhuma agência, plataforma ou portal controla os algoritmos do Google. O serviço pode entregar uma publicação bem posicionada editorialmente, mas não pode assegurar que uma palavra-chave chegará a determinada colocação.
Antes de escolher onde comprar backlinks, é importante entender como cada modelo funciona.
Em uma agência, o comprador geralmente apresenta o nicho, a página de destino, o orçamento e o objetivo da campanha. A equipe avalia as possibilidades, negocia com os veículos, organiza o conteúdo e acompanha a publicação. Esse formato costuma exigir menos trabalho operacional do cliente.
No marketplace, a dinâmica tende a ser mais direta. O usuário acessa um catálogo, aplica filtros, consulta métricas, analisa valores e seleciona os sites nos quais gostaria de publicar. Há mais autonomia, mas também aumenta a responsabilidade pela avaliação de cada oportunidade.
Já o serviço gerenciado combina elementos dos dois modelos. O cliente pode usar uma plataforma para selecionar e acompanhar os pedidos, mas também conta com especialistas para auxiliar na estratégia, na produção do conteúdo ou na escolha dos portais.
Nenhum formato é necessariamente superior. A decisão depende de quanto controle o comprador deseja ter, do tempo disponível para analisar sites e do nível de suporte necessário.
EVTE Marketing, Collaborator e Bazoom foram incluídas porque representam modelos diferentes de contratação e mantêm informações públicas sobre seus serviços.
A análise levou em conta a clareza sobre o processo, os formatos oferecidos, a possibilidade de atender demandas recorrentes e os recursos disponíveis para selecionar ou organizar publicações.
Não foram atribuídas notas nem posições baseadas em uma suposta qualidade absoluta. As três empresas atuam de maneiras distintas, e a experiência final pode variar conforme o nicho, o país, o orçamento, os sites escolhidos e as condições acertadas em cada pedido.
A EVTE Marketing é uma agência brasileira voltada principalmente ao apoio de outras agências, equipes de marketing e operações que precisam organizar demandas recorrentes de SEO off-page.
Seu modelo é mais próximo de um atendimento comercial e operacional do que de um marketplace aberto. O interessado apresenta a demanda, informa o nicho, o formato procurado e o orçamento disponível. A partir disso, são avaliadas possibilidades de publicação em sites, portais, jornais digitais e veículos segmentados.
Entre os formatos trabalhados estão backlinks contextuais, guest posts, publieditoriais e ações voltadas à presença de marca. A própria empresa afirma que a escolha depende do objetivo da campanha, já que uma demanda de SEO off-page pode exigir um caminho diferente de uma ação de branding ou divulgação institucional.
Esse atendimento pode ser útil para quem prefere explicar a necessidade e receber opções organizadas, sem precisar entrar em uma plataforma, aplicar dezenas de filtros e negociar cada publicação separadamente.
Outro ponto do posicionamento da EVTE é o suporte a agências que atendem múltiplos clientes. Nesse cenário, centralizar contatos, possibilidades e negociações pode reduzir o tempo gasto com tarefas operacionais.
Por outro lado, quem prefere pesquisar sozinho um catálogo internacional, comparar centenas de portais em tempo real e finalizar as compras diretamente por uma interface pode se identificar mais com o modelo de marketplace.
Antes de contratar, vale solicitar informações sobre os sites disponíveis, o formato da publicação, o prazo estimado, o conteúdo necessário e as condições de permanência. Essas respostas ajudam a entender exatamente o que está incluído na proposta.
A Collaborator funciona como um marketplace internacional que conecta anunciantes a proprietários de sites e outros canais de mídia.
Na plataforma, o usuário pode pesquisar oportunidades de guest posts e publicações patrocinadas utilizando filtros relacionados a assunto, região e métricas de SEO. A Collaborator informa oferecer mais de 40 parâmetros de análise, além de integração com ferramentas como Ahrefs e Serpstat.
Esse nível de filtragem atende principalmente quem deseja participar diretamente da escolha. Em vez de enviar uma demanda e aguardar uma curadoria, o comprador pode navegar pelo catálogo, verificar preços, observar avaliações e selecionar as oportunidades de acordo com os próprios critérios.
A plataforma também disponibiliza informações relacionadas ao tráfego dos sites, incluindo histórico, origem das visitas e localização do público em parte do catálogo. Há ainda um sistema interno de avaliações, no qual participantes podem registrar suas experiências depois das negociações.
Outro recurso relevante é a garantia relacionada à permanência e à indexação da publicação. Atualmente, a Collaborator informa oferecer uma garantia gratuita de três meses e uma opção de um ano mediante cobrança adicional equivalente a uma porcentagem do pedido. As regras exatas devem ser verificadas no momento da contratação, pois condições comerciais podem mudar.
A Collaborator possui oportunidades em diferentes categorias e países, inclusive sites brasileiros. Essa variedade pode ser interessante para empresas com projetos internacionais, profissionais que atendem clientes de vários mercados e agências que precisam centralizar pedidos em diferentes idiomas.
Ter muitas métricas disponíveis, contudo, não elimina a necessidade de avaliação manual. Um site pode apresentar DR elevado e ainda assim não ser adequado para determinada campanha. É necessário observar a temática, a qualidade dos artigos, o país do tráfego, a frequência de conteúdos patrocinados e a relação entre o portal e a página que receberá o link.
A Bazoom apresenta-se como uma plataforma de link building com alcance internacional, marketplace próprio e suporte especializado.
Seu funcionamento combina autonomia e serviço gerenciado. O usuário pode acessar uma estrutura para organizar projetos, pedidos, publicações e cobranças, mas também conta com gerentes de atendimento e suporte para auxiliar na utilização da plataforma.
A Bazoom informa que não cobra assinatura nem taxa de entrada. Segundo a empresa, o cliente paga apenas pelas publicações adquiridas, e os preços exibidos incluem tanto a produção do conteúdo quanto a publicação. Essa informação deve ser confirmada em cada pedido, especialmente quando houver necessidades específicas de idioma, revisão ou extensão do artigo.
O marketplace reúne métricas conhecidas de ferramentas como Ahrefs, Moz e Semrush, permitindo filtrar oportunidades conforme as características do projeto. A plataforma também oferece recursos para gestão dos links, acompanhamento de pedidos e organização de faturas.
A empresa afirma ter uma rede com mais de 80 mil veículos de mídia e atuação por meio de escritórios em diferentes países. Seu histórico público informa que a operação começou em 2018 e, posteriormente, substituiu o gerenciamento por planilhas por um marketplace desenvolvido internamente.
Esse modelo pode chamar a atenção de quem busca alcance internacional, produção de conteúdo incluída e apoio durante a execução. Ainda assim, cada oportunidade deve ser analisada individualmente. O tamanho do catálogo não significa que todos os sites terão a mesma qualidade, relevância ou utilidade para qualquer projeto.
Antes de avançar, convém conferir onde o conteúdo será publicado, quais métricas estão atualizadas, qual será o idioma do texto, se há direito de revisão e quais condições se aplicam caso o artigo ou o link sejam removidos.
Embora EVTE Marketing, Collaborator e Bazoom trabalhem com publicações que podem conter backlinks, elas não entregam exatamente a mesma experiência.
Na EVTE, o contato tende a começar pela apresentação da demanda e pelo atendimento comercial. Na Collaborator, o usuário encontra um marketplace com ampla quantidade de filtros e contato intermediado com publishers. Na Bazoom, o marketplace aparece combinado com produção de conteúdo e suporte especializado.
O comprador deve observar quanto deseja participar da seleção. Quem prefere receber possibilidades já organizadas pode valorizar um serviço mais próximo. Quem trabalha com SEO e está acostumado a analisar métricas talvez queira navegar por um catálogo e conduzir a escolha diretamente.
Também é preciso considerar o mercado atendido. Uma campanha voltada ao Brasil pode se beneficiar de portais em português, audiência nacional e proximidade editorial com o negócio. Já um projeto internacional pode exigir sites de vários países, idiomas diferentes e ferramentas capazes de centralizar pedidos globais.
Prazos, garantias e conteúdo incluído também mudam a comparação. Um preço aparentemente menor pode não contemplar produção, tradução, revisão ou acompanhamento. Por isso, o valor da publicação só pode ser analisado depois que o comprador entende tudo o que faz parte da entrega.
A relevância temática costuma ser o primeiro filtro. Um artigo sobre contabilidade publicado em um portal de negócios possui um contexto mais coerente do que o mesmo conteúdo em um site que mistura apostas, saúde, construção, moda e tecnologia sem qualquer organização editorial.
Depois, vale verificar se o domínio recebe tráfego e se suas páginas aparecem nas buscas. Ferramentas de SEO oferecem estimativas úteis, mas os números não devem ser interpretados como dados exatos. O ideal é observar tendências, identificar quedas bruscas e conferir se o site posiciona palavras relacionadas ao próprio conteúdo.
A qualidade visual também diz bastante. Um portal minimamente cuidado costuma apresentar autoria, páginas institucionais, categorias organizadas, informações de contato, política editorial e uma rotina reconhecível de publicação.
Outro ponto é a proporção de conteúdos patrocinados. Publicar matérias comerciais não torna um site automaticamente ruim. O problema aparece quando praticamente todo artigo existe apenas para acomodar links, sem preocupação com o leitor ou com a linha editorial.
A página específica também precisa ser considerada. Um bom domínio não transforma qualquer conteúdo em uma boa oportunidade. O texto deve ser original, compreensível, relacionado ao assunto e capaz de fazer sentido mesmo que o link seja retirado.
Domain Rating, Domain Authority e métricas semelhantes ajudam a comparar domínios, mas pertencem a ferramentas privadas. Elas não são notas fornecidas pelo Google e não devem ser usadas isoladamente.
Um domínio pode apresentar autoridade elevada por possuir muitos links históricos, mas ter perdido tráfego há anos. Outro pode ter uma métrica mais modesta, porém publicar conteúdo especializado, receber visitantes e alcançar exatamente o público procurado pela empresa.
O tráfego orgânico estimado, a quantidade de palavras-chave posicionadas e o histórico de visibilidade ajudam a completar a análise. Também vale observar os países de origem das visitas. Um site com grande tráfego estrangeiro pode não ser tão interessante para uma empresa que atende apenas consumidores brasileiros.
A quantidade de domínios de referência deve ser colocada em contexto. Crescimentos repentinos, links vindos de páginas sem relação temática e concentração excessiva de âncoras comerciais podem indicar um histórico pouco natural.
No fim, a melhor leitura combina métricas quantitativas com avaliação editorial. Nenhum número substitui a visita ao site e a análise de suas páginas.
O guest post é um artigo novo produzido para ser publicado em outro site. Ele permite desenvolver o assunto com mais espaço e inserir o link dentro de um contexto criado especificamente para aquela pauta.
A inserção de link acontece em uma página que já existe. Dependendo do conteúdo, esse formato pode aproveitar uma URL que já recebe tráfego ou possui histórico de indexação. Entretanto, o novo trecho precisa se encaixar naturalmente. Uma frase acrescentada apenas para incluir uma âncora comercial costuma ficar evidente para o leitor.
O publieditorial é um conteúdo patrocinado que apresenta uma empresa, serviço, estudo ou produto. Ele pode ter valor para marca, reputação, tráfego de referência e divulgação, desde que a natureza comercial seja tratada com transparência.
Já as ações de Digital PR procuram gerar cobertura, citações e menções a partir de dados, pesquisas, histórias ou informações com interesse editorial. Esse trabalho pode envolver investimento em produção e divulgação, mas não se resume à compra direta de um espaço com link.
Antes de contratar, é necessário perguntar qual desses formatos está sendo oferecido. Usar o termo genérico “backlink” sem compreender a publicação costuma gerar expectativas erradas.
O valor pode incluir apenas o espaço no site ou abranger todo o trabalho de produção, revisão, tradução, negociação e acompanhamento.
Em alguns casos, o comprador precisa enviar o artigo pronto. Em outros, a plataforma ou agência se responsabiliza pelo conteúdo. Também pode haver diferença de preço conforme o tamanho do texto, idioma, quantidade de links e necessidade de aprovação prévia.
A permanência é outro elemento relevante. Algumas publicações são oferecidas como permanentes, enquanto outras possuem prazo determinado ou garantias limitadas. Mesmo quando se utiliza a palavra “permanente”, nenhum fornecedor controla indefinidamente as decisões de um portal, mudanças de proprietário, falhas técnicas ou o encerramento de um domínio.
Por isso, o comprador deve verificar o que acontece em caso de remoção. Pode haver reposição, reembolso, crédito interno ou ausência de garantia, dependendo do contrato e da plataforma.
Não existe uma tabela universal. O preço muda conforme o tráfego, o país, a autoridade percebida, o nicho, a reputação do veículo e o trabalho necessário para produzir a publicação.
Sites regionais e blogs especializados podem cobrar valores mais acessíveis. Grandes portais, veículos conhecidos e páginas com audiência consolidada tendem a exigir investimentos maiores.
Nichos sensíveis ou muito disputados também podem ter preços elevados. Finanças, apostas, suplementos, saúde e criptomoedas costumam enfrentar mais restrições editoriais, o que reduz o número de oportunidades disponíveis.
O menor preço nem sempre representa economia. Um backlink barato em um domínio sem tráfego, fora do tema e repleto de publicações genéricas pode acrescentar pouco à campanha. Em contrapartida, pagar caro também não garante resultado. O valor precisa ser compatível com a qualidade e com o objetivo da ação.
Sites criados apenas para comercializar links costumam apresentar alguns padrões. Os assuntos não têm relação entre si, os textos são genéricos, não há uma identidade clara e quase todas as páginas apontam para empresas externas usando âncoras comerciais.
Outro sinal de atenção é a combinação entre métricas elevadas e ausência de tráfego. Isso pode ocorrer em domínios reaproveitados, projetos abandonados ou sites cuja autoridade aparente vem de links antigos que já não têm relação com o conteúdo atual.
Quedas bruscas de visibilidade também merecem investigação. Nem toda redução significa penalidade, mas o histórico precisa ser entendido antes da compra.
É igualmente arriscado escolher um site apenas pela possibilidade de usar uma âncora exata. O encaixe precisa ser natural para o leitor. Quando a frase parece ter sido construída exclusivamente ao redor da palavra-chave, a qualidade editorial do texto diminui.
O primeiro passo é definir qual página receberá o link e por que ela merece ser indicada. Uma página comercial sem conteúdo, informações ou diferenciais claros pode continuar fraca mesmo depois de receber várias menções externas.
Depois, é necessário analisar o perfil atual do domínio. Sites novos, projetos antigos e marcas consolidadas não precisam seguir o mesmo ritmo de aquisição.
As âncoras também devem variar de acordo com o contexto. Nome da marca, endereço do site, termos parciais e expressões neutras podem aparecer naturalmente em diferentes publicações. Repetir a mesma palavra-chave em todos os links cria um padrão desnecessário.
A distribuição ao longo do tempo tende a ser mais coerente do que a compra de um grande pacote publicado de uma vez. Isso também permite acompanhar a qualidade das entregas, corrigir erros e entender quais formatos fazem mais sentido para o projeto.
A localização do site deve acompanhar o público e a estratégia da empresa.
Um negócio que atende consumidores brasileiros geralmente encontra mais coerência em conteúdos em português, publicados em sites acessados no Brasil. Isso não significa que todo backlink estrangeiro seja inútil, mas a relação entre língua, assunto e audiência precisa fazer sentido.
Empresas que vendem para outros países podem precisar de publicações locais, escritas no idioma de cada mercado. Nesse cenário, marketplaces internacionais facilitam a pesquisa e a organização de pedidos em diferentes regiões.
Também não basta selecionar o país no filtro. É preciso verificar de onde realmente vem o tráfego do domínio e qual público costuma consumir seus conteúdos.
O Google considera spam a criação, compra ou venda de links quando o objetivo principal é manipular classificações. A política inclui pagamentos por links e por artigos que contenham links capazes de transmitir sinais de posicionamento.
Ao mesmo tempo, a própria documentação reconhece que compra de mídia, patrocínio e publicidade fazem parte da economia da web. Nessas situações, os links devem ser qualificados com rel="sponsored" ou rel="nofollow", evitando que sejam tratados como recomendações editoriais independentes.
Esse cuidado também se aplica aos links afiliados presentes neste artigo. Como existe uma possível remuneração associada ao clique e à contratação, os links da Collaborator e da Bazoom precisam receber o atributo rel="sponsored" na configuração da página.
A transparência deve existir tanto para os mecanismos de busca quanto para o leitor. Por isso, a relação de afiliação foi informada no início do conteúdo.
É possível contratar publicações por meio de agências brasileiras, contato direto com portais ou marketplaces que possuam filtros para sites do Brasil. Antes de comprar, verifique o idioma, a origem do tráfego e a relação editorial com o seu mercado.
É uma plataforma que reúne sites disponíveis para publicações, guest posts ou inserções. O usuário normalmente pode consultar valores, métricas, categorias e condições antes de realizar o pedido.
Não existe uma contratação sem riscos. O Google considera spam a compra de links para manipular rankings. Publicidade e patrocínio são permitidos, mas os links comerciais devem ser qualificados adequadamente.
O preço varia de acordo com o site, nicho, país, tráfego, formato da publicação e serviços incluídos. Há oportunidades mais acessíveis em blogs e portais segmentados, enquanto grandes veículos podem cobrar valores consideravelmente maiores.
Em marketplaces, normalmente o comprador escolhe diretamente entre os sites disponíveis. Em agências, é comum receber sugestões ou possibilidades de acordo com a demanda. O grau de controle deve ser confirmado antes da contratação.
Depende do fornecedor. Algumas plataformas incluem produção e publicação no preço, enquanto outras cobram o texto separadamente ou exigem que o cliente envie o material pronto.
Muitos fornecedores permitem sugerir a âncora, mas o termo deve se encaixar naturalmente na frase e respeitar as regras editoriais do site. Nem sempre a repetição exata da palavra-chave será a escolha mais adequada.
A palavra “permanente” geralmente significa que não há uma data programada para remoção. Ainda assim, podem ocorrer mudanças no portal, encerramento do site ou exclusão do conteúdo. É importante verificar a garantia oferecida e o procedimento previsto nesses casos.
Não. O guest post envolve a criação de um artigo novo. A inserção acrescenta o link a uma página já publicada. Cada formato possui vantagens, limitações e preços diferentes.
Não. Essas métricas ajudam na análise, mas precisam ser combinadas com tráfego, histórico, relevância temática, qualidade editorial, país da audiência e características da página onde o link será publicado.
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