Colaboradores - Tânia Voss

Do rock a viola, eventos diversos

17 de Julho de 2026

Celebrando o Dia Mundial do Rock, Ivana Wonder e Catto lançam "Ao Meu Amor"

Celebrando o Dia Mundial do Rock, as duas artistas se juntam nesse single, que segue o sucesso de "Melancholic Blue" e precede o álbum de estreia de Ivana Wonder

Ivana Wonder e Catto | Foto: Gabriela Schmidt

Celebrando o Dia Mundial do Rock, Ivana Wonder e Catto se juntam em seu mais novo single "Ao Meu Amor", que fará parte do álbum de estreia de Ivana — projetado para o segundo semestre. Cantora, compositora e drag queen, Ivana mergulha na sonoridade do rock n' roll para essa faixa, e traz Catto, que tornou-se um dos maiores destaques do gênero no Brasil.

Inspirada por um coração partido, "Ao Meu Amor" começou a ser composta em 2019 durante uma viagem-solo, e foi redescoberta por Ivana durante a preparação de seu primeiro disco. Na letra, escrita pela artista, ela canta sobre a importância do amor próprio e reencontrar a si mesma após um término turbulento.

"Lembro de uma viagem para Ouro Preto que seria, originalmente, um encontro com essa pessoa. No fim, porém, fiz a viagem sozinha", Wonder relata: "Recordo de estar sentada em uma praça, contemplando a cidade, e pensar: 'Foi o meu amor por mim mesma que me trouxe até aqui'."

Acrescentando: "'Ao Meu Amor' é sobre compreender que o amor não precisa ser depositado em outra pessoa. É lindo quando ele é compartilhado, mas ele também precisa partir de dentro."

O novo single segue o sucesso de "Melancholic Blue" e "Saudades de Mim", que vieram com a sonoridade mais característica da artista, esse encontro entre o acústico vintage e referências mais experimentais contemporâneas. No entanto, para Ivana Wonder, a faixa precisava da intensidade emocional do rock: "Não queria que ela fosse apenas delicada ou contemplativa, e, para mim, o rock traz força, impulso e urgência."

Foi pensando nisso que Ivana convidou Catto para participar de "Ao Meu Amor". Após trabalharem juntas nos visuais de "Caminhos Selvagens", último álbum de Catto, as artistas se conectaram e o convite para essa faixa veio logo depois — "Tinha que ser ela. Ela é a minha garota do rock. A voz, a presença e a trajetória dela dialogam muito com a energia dessa faixa", diz Ivana.

No entanto, a parceria vai além disso, também é sobre comunidade. "Como artista trans não binária e drag, existe algo muito especial em poder dividir um trabalho com outra artista trans que construiu uma carreira tão bonita e consistente", Ivana Wonder explica: "Acho que pessoas da nossa comunidade precisam umas das outras. Precisamos criar redes de afeto, apoio e colaboração, nos cercar de pessoas que nos fortaleçam e nos incentivem a seguir criando."

"Ao Meu Amor" chega como terceiro single do esperado álbum de estreia de Ivana e vem após o sucesso de "Melancholic Blue" nas redes sociais. Contando com a perspectiva artística única de Ivana, o disco promete apresentar mais facetas dessa figura que já marcou presença na cena.

Previamente ao lançamento do primeiro álbum de Ivana, a artista também fará um show especial em São Paulo, na Bona Casa de Música, na terça, 28 de julho. Acompanhada por Hélio Flanders, Ivana apresentará pela primeira vez diversas faixas inéditas do disco, além dos três singles já lançados.

Show de pré-lançamento - Ivana Wonder
Quando: 28/07, 21h
Onde: Bona Casa de Música, Rua Doutor Paulo Vieira, 101 - Sumaré - São Paulo/SP
Ingressos: https://www.eventim.com.br/artist/bona-casa-musica/ivana-wonder-primeiro-ato-pre-lancamento-part-especial-helio-flanders-4192362/


Violas brasileiras e portuguesas se unem para celebrar 40 anos de música do Metallica

Dia 17 de julho de 2026 chega às plataformas de áudio o segundo single de Metal, quinto álbum de estúdio do Moda de Rock dos violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder.

O Gajo, Ricardo Vignini e Zé Helder do Moda de Rock | Crédito: Ulisses Matandos

"Orion" do Metallica contou com a colaboração de O Gajo, músico de Lisboa, na viola campaniça, que é um instrumento tradicional português, parente próximo da viola caipira.

Em 1986, o Brasil ainda não tinha o direito ao voto direto a presidente, e foi o ano marcado pela adesão oficial de Portugal às Comunidades Europeias. Nesse contexto histórico, três jovens de 12 anos, nascidos em 1973, João Morais (O Gajo), Ricardo Vignini e Zé Helder tiveram suas vidas transformadas pelo terceiro álbum do Metallica, Master of Puppets, o último com o baixista Cliff Burton, falecido em setembro do mesmo ano. A faixa instrumental "Orion" acabou se tornando um hino em homenagem ao músico.

A parceria de Ricardo Vignini e O Gajo começou em 2023, após o lançamento do primeiro disco, "Terra Livre" (2024). O projeto percorreu os dois lados do Atlântico em duas turnês pelo Brasil e Portugal, consolidando uma parceria artística marcada pela espontaneidade e por uma visão de um mundo em comum, lançando em 2025 "Terra Livre – Capítulo 2".

Para o álbum Metal também estão confirmadas participações para os próximos singles, a serem lançados nos próximos meses: Siba na rabeca, o pianista Adriano Grineberg e a já lançada "Be All, and All" do Anthrax que contou com a participação de Andreas Kisser do Sepultura no violão de 7 cordas.

Em 2027, o Moda de Rock completa 20 anos, levando a viola caipira para universos inéditos até então, com 4 álbuns de estúdio, 1 DVD e álbum ao vivo com as participações de Pepeu Gomes e Kiko Loureiro e um EP ao vivo também com Zeca Baleiro. Além do álbum novo, a dupla planeja uma turnê em comemoração à essa data.

Lançamento: 17 de julho de 2026
Link do PRÉ-SAVE: http://tratore.ffm.to/bberk8q


Victor & Leo desembarcam em São Paulo com turnê que coloca a essência da dupla no centro do palco

Após 9 anos, dupla retorna ao Espaço Unimed, no dia 18 de julho, e traz no repertório os clássicos que atravessam gerações

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No próximo sábado, dia 18 de julho, o Espaço Unimed recebe uma das duplas mais importantes da música brasileira. Em apresentação única na capital paulista, Victor & Leo sobem ao palco com a turnê "Essência", um espetáculo construído a partir daquilo que transformou os irmãos em um fenômeno que atravessa décadas: a força das composições, a identidade musical inconfundível e um repertório que se tornou parte da memória afetiva do país.

A apresentação em São Paulo ocupa um lugar especial dentro da nova turnê. Em uma das maiores casas de espetáculos do país, que recebe os cantores de volta após 9 anos, Victor & Leo conduzem o público por uma trajetória que ajudou a redesenhar os caminhos do sertanejo nos anos 2000.

Ao longo de mais de duas décadas, Victor & Leo criaram um repertório que ultrapassou as fronteiras do gênero. Canções como "Borboletas""Fada""Tem Que Ser Você""Deus e Eu no Sertão""Fotos" e "Na Linha do Tempo" deixaram de pertencer apenas aos discos para ganhar vida própria na voz do público.

Mais do que uma sequência de sucessos, o show revela a assinatura artística que sempre distinguiu Victor & Leo dentro da música sertaneja. O show em São Paulo, e que seguirá pro restante do país, parte justamente dessa força. Desde o início da carreira, Victor & Leo ocuparam um lugar singular dentro da música sertaneja. Enquanto muitos artistas buscavam seguir tendências, os irmãos construíram uma identidade própria, marcada pela mistura entre elementos da música de raiz, folk, pop e por composições que ajudaram a ampliar os horizontes do gênero e continuam presentes em rádios, playlists, rodas de violão e apresentações pelo país.

Essa assinatura artística segue intacta e ganha dimensão ainda maior ao vivo. No palco, os sucessos que atravessaram gerações encontram um público que conhece cada verso, cada refrão e cada história por trás das canções. Poucas duplas brasileiras construíram uma conexão tão duradoura com seus ouvintes.

A apresentação de "Essência", no Espaço Unimed, reúne exatamente aquilo que tornou Victor & Leo um fenômeno nacional. Em uma época marcada pela velocidade dos lançamentos, a dupla chega a São Paulo sustentada por algo cada vez mais raro na música popular: canções que resistiram ao tempo e continuam encontrando eco em diferentes gerações.

Victor & Leo - Tour Essência no Espaço Unimed
Data: 18 de julho (sábado)
Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo - SP)
Abertura da casa: 20h | Horário do show: 22h
Ingressos: Setor Azul Premium R560,00(inteira)eR560,00(inteira)eR 280,00 (meia-entrada) | Setor Azul R520,00(inteira)eR520,00(inteira)eR 260,00 (meia-entrada) | Setores A, B, C e D R460,00(inteira)eR460,00(inteira)eR 230,00 (meia-entrada) | Setor E, F, G e H R360,00(inteira)eR360,00(inteira)eR 180,00 (meia-entrada) | Setores I, J e K R280,00(inteira)eR280,00(inteira)eR 140,00 (meia-entrada) | Camarote A R620,00∣CamaroteBR620,00∣CamaroteBR 560,00
Compra de ingressos: Online pelo link https://www.ticket360.com.br/evento/33013/ingressos-para-victor-e-leo-turne-essencia ou na bilheteria do Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 - 01156-000, Barra Funda - São Paulo/SP). Funcionamento de segunda a sábado, das 10h às 17h - exceto feriados. Bilheteria virtual: A compra pela bilheteria virtual não tem acréscimo de taxa de serviço e tem como forma de pagamento cartão de crédito ou pix. Para ativar a compra através do aplicativo, esteja no local no raio máximo de 500 metros.
Classificação etária: 18 anos

Foto: Victor & Leo | Foto: Divulgação


Humberto Gessinger apresenta show "Acústicos Engenheiros do Hawaii" em São Paulo dia 22 de agosto no Tokio Marine Hall

Humberto Gessinger retorna a São Paulo com o show especial "Acústicos Engenheiros do Hawaii", que acontece no dia 22 de agosto de 2026 na casa de shows Tokio Marine Hall

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Em formato desplugado, o músico celebra os álbuns Acústico Engenheiros do Hawaii (2004) e Acústico Novos Horizontes (2007), reunindo canções que marcaram gerações e seguem como pilares da música brasileira.

O repertório traz grandes clássicos do grupo, como "O Papa é Pop""Infinita Highway""Toda Forma de Poder""Refrão de Boleto""Piano Bar" e "Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e os Rolling Stones", entre outros sucessos apresentados em versões intimistas, valorizando letra, melodia e a proximidade com o público.

O espetáculo também dialoga com o momento atual da carreira de Humberto Gessinger, que lançou recentemente o álbum "Revendo o Que Nunca Foi Visto", reunindo duas canções inéditas e registros ao vivo captados durante a turnê "Acústicos Engenheiros do Hawaii". O trabalho revisita diferentes fases de sua trajetória e reforça a força atemporal do repertório dos Engenheiros, agora apresentado sob uma nova perspectiva.

Com 40 anos de estrada, Humberto Gessinger soma 25 álbuns, 8 DVDs e uma carreira marcada por sucessos, discos de ouro e uma relação duradoura com seu público. Além da música, o artista também construiu uma sólida trajetória como escritor, com cinco livros publicados. O show do dia 22 de agosto de 2026 é uma oportunidade única para reviver a obra dos Engenheiros do Hawaii em um formato acústico, direto e emocional, conduzido por um de seus principais criadores.

Serviço:
Apresentação: 22/08/2026 às 22h
Abertura dos portões: 20h
Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br
Valor: R$160,00 a R$380,00

Foto: Humberto Gessinger | Foto: Divulgação


Violonista Octávio Deluchi, radicado em Nova Iorque, lança seu 2º álbum pela Kuarup com shows em julho e agosto nas cidades de São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro

Disco "Borogodó" traz turnê nacional do jovem músico mineiro com um tributo ao violão brasileiro interpretando clássicos da música brasileira, arranjos inéditos de Chiquinha Gonzaga e participação especial de Duo Aduar

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Em seu mais novo lançamento, o álbum Borogodó, o jovem violonista Octávio Deluchi retorna às próprias raízes para prestar uma homenagem ao violão brasileiro de concerto. Borogodó, palavra que sintetiza charme, balanço, malícia rítmica e espontaneidade, dá nome ao seu segundo álbum, lançado pela produtora e gravadora Kuarup, que marca uma nova etapa em sua trajetória artística. O projeto consolida Deluchi como um músico que compreende o violão não apenas como instrumento solista, mas como um potente veículo de memória, experimentação e afirmação da identidade cultural brasileira.

A escolha do repertório estabelece uma verdadeira linha do tempo da música brasileira a partir de um de seus instrumentos mais emblemáticos. Obras de Chiquinha Gonzaga, João Pernambuco, Radamés Gnattali e Marco Pereira dialogam entre si, revelando continuidades e transformações estéticas ao longo de diferentes períodos históricos. Merece destaque a presença de arranjos inéditos de Chiquinha Gonzaga, que resgatam e atualizam o legado da primeira maestra do Brasil, agora reinterpretado sob novas cores tímbricas e expressivas do violão.

Na interpretação, Deluchi constrói uma síntese refinada entre a escola do violão clássico e uma compreensão profunda do suingue brasileiro, evocando a tradição de mestres como Sérgio e Odair Assad e Raphael Rabello. O Borogodó se manifesta de forma orgânica na articulação do fraseado, na escolha dos timbres e no tratamento rítmico, transformando o violão em um espaço vivo de tensão criativa, onde escrita e improviso implícito, erudito e popular, coexistem em equilíbrio constante.

Borogodó reafirma Octávio Deluchi como uma das vozes mais consistentes e promissoras de sua geração na interpretação e reinvenção da música brasileira para o violão de concerto. Ao transitar com naturalidade por diferentes épocas, estéticas e linguagens, o álbum propõe um diálogo sofisticado entre tradição e contemporaneidade, evidenciando não apenas a excelência técnica do violonista, mas também sua maturidade artística como intérprete, arranjador e curador musical, apesar da pouca idade.

Natural do interior de Minas Gerais e radicado em Nova York desde 2021, Deluchi é presença constante em programações musicais e culturais nas Américas, ampliando o alcance do violão brasileiro no cenário internacional. Radicado nos Estados Unidos, Octávio desenvolve uma carreira multifacetada em Nova Iorque, onde vive desde 2021. Professor no curso de graduação da Stony Brook University (NY/EUA), o violonista realizou aparições em importantes salas de concerto e séries, como o Carnegie Hall, Lincoln Center, Americas Society e Composer's Now, este último em parceria com Tania León (Pulitzer Prize). Em 2022, realizou a estreia norte-americana do concerto para violão e cordas MadrigAfro, de João Luiz (Yale University), junto à São Paulo Chamber Soloists. Em 2025, retornou ao Carnegie Hall como convidado para celebrar o compositor Leo Brouwer e seu recebimento da medalha Ignacio Cervantes.

Foto: Octávio Deluchi | Foto: Divulgação


"Resenha São Julhão" reúne celebridades e anuncia festival que promete trazer o Nordeste ao Pacaembu, em agosto

Em sua casa em São Paulo, Netinho Lins, CEO do Grupo Du Bem, recebeu Tom Cavalcante, Latino e muitos famosos em noite com show de Gegê

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Na noite da última terça-feira, 7, uma recepção calorosa transformou a casa de Netinho Lins, na capital paulistana, em confraternização de amigos, empresários, patrocinadores e celebridades. O "Resenha São Julhão" foi o encontro informal que marcou o lançamento da primeira edição do festival São Julhão, projeto idealizado em parceria entre o empresário e a Du Bem, que acontece nos dias 7, 8 e 9 de agosto no Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo.

Em meio a conversas, risos e expectativas, os convidados tiveram a chance de testemunhar em primeira mão o que a organização promete: "o maior festival nordestino do Brasil".

A noite foi recheada de surpresas e momentos inesquecíveis. Personalidades como Gabi e Rapha, Sylvia Design, Jonatha e Cristiano, Tom Cavalcante e sua esposa Patrícia Lamounier, Zezo Potiguar, Heitor Costa, Shylton Fernandes, Latino, Gkay e Tirulipa estiveram presentes e prestigiaram a apresentação. Ao lado da esposa Beatriz Souza, Netinho, emocionado, lembrou o caminho que trouxe o projeto até aqui: "Depois de um ciclo tão forte no São João, a Du Bem dá agora um novo passo. O São Julhão Festival SP é fruto de uma semente plantada lá atrás, quando a Du Bem produziu a série 'São Julhão: O Nordeste em Festa', que foi um grande sucesso no Globoplay e ajudou a mostrar para o Brasil a força, a beleza e a dimensão da cultura nordestina. A série abriu caminho, contou uma história e mostrou que o São João é muito mais do que uma festa. É memória, identidade, pertencimento, economia criativa e encontro. Agora, essa narrativa ganha corpo, palco e público em São Paulo."

A cerimônia ganhou um momento de impacto quando subiram ao palco Vitor Alegre, head comercial de afiliadas, e Max Oliveira, diretor de canais regionais e TV Globo São Paulo. Fora do cronograma oficial, os dois anunciaram que o São Julhão será exibido em rede nacional e internacional: no dia 16 de agosto, após o Fantástico, a Rede Globo mostrará um resumo do que foi o festival, garantindo alcance amplo à celebração da cultura nordestina em território paulista e para o público fora do país.

Netinho também confirmou as vozes oficiais do festival: o humorista Tirulipa e a influenciadora Gessica (Gkay) serão os apresentadores, papel que reúne carisma popular e conexão digital para levar a mensagem do evento a diferentes públicos e idades. Para encerrar a parte musical da apresentação e já dando pistas do repertório que o público pode esperar, Netinho convidou ao palco o cantor e compositor Gegê, sua nova aposta na música.

Foto: "Resenha São Julhão" | Foto: Divulgação


Fogo de Chão apresenta: Jazz Mansion 10 anos

O festival ocupa a mansão histórica nos dias 22 e 23 de agosto para celebrar os 10 anos da Jazz Mansion. Com mais de 30 edições, a plataforma de música independente festeja a experiência ao vivo, o jazz e o improviso com mais de 40 artistas internacionais e nacionais.

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A plataforma de música independente Jazz Mansion celebra dez anos de fomento à cena cultural com a realização da sua histórica 30ª edição em São Paulo, agendada para os dias 22 e 23 de agosto de 2026. A celebração estabelece um diálogo entre as diversas vertentes do jazz, seus amantes e toda a atmosfera que a ocasião merece, encontrando o cenário ideal na icônica mansão do Nacional Club, no Pacaembu. O festival, consagrado por conectar o público à vanguarda da música instrumental, ocupa este patrimônio histórico para reunir mais de 40 artistas nacionais e internacionais numa experiência viva de improviso, arte, arquitetura e gastronomia. O evento conta com o patrocínio de Fogo de Chão e iFood.

Projetada pelo arquiteto Jacques Pillon na década de 1940 para o banqueiro Orozimbo Roxo Loureiro, a imponente propriedade que hoje acolhe o Nacional Club foi fundada em 1958 e abre suas portas para uma verdadeira imersão. Longe de ser um mero cenário, sua arquitetura clássica — emoldurada por jardins exuberantes com as assinaturas de Burle Marx e Di Cavalcanti — pulsa em total sintonia com a dinâmica do evento. Nela, o público é convidado a caminhar por espaços integrados que equilibram perfeitamente o charme da história com o frescor da nova música autoral.

A curadoria valoriza o intercâmbio cultural e a música instrumental independente, costurando artistas renomados e novas promessas, promovendo escutas, trocas e novas conversas, porque todos são bem-vindos ao clube. O festival integra dez ambientes com shows e experiências em salões, biblioteca com feira de vinil, sala de leitura para talks e palestras, batalhas de breaking e sapateado e experiências gastronômicas exclusivas.

Dez ambientes de imersão e experiências exclusivas
A Jazz Mansion transformou os múltiplos espaços da propriedade para criar uma jornada multissensorial completa.

A transição para a área externa acontece de forma natural pelos grandes arcos da fachada. Nos jardins projetados por Burle Marx e Di Cavalcanti, a calçada de mosaicos portugueses conduz o público até os lounges ao redor da piscina, banhados pela luz natural do dia e transformados por uma iluminação cênica ao cair da noite. É nesse ambiente ao ar livre que se instala o espaço gastronômico assinado por iFood e Fogo de Chão, onde o aroma e o domínio do preparo ao fogo completam os sentidos, unindo o sabor do churrasco à descontração de um festival que celebra o encontro.

Curadoria e valorização da música independente
Com um histórico de 29 edições em São Paulo e 3 no Rio de Janeiro, a curadoria da Jazz Mansion reforça e aposta no intercâmbio cultural como suporte a talentos da música autoral que ainda enfrentam os desafios da distribuição digital contemporânea.

Destaques internacionais: do Blues do Mississippi ao Hip-Hop de Nova Iorque, a Força e a Identidade do Jazz Nacional.

Evento: Jazz Mansion 10 anos
Datas: 22 e 23 de agosto de 2026
Horário: 12h às 22h
Local: Nacional Club (Rua Angatuba, 703 — Pacaembu — São Paulo/SP)
Capacidade: 1.000 pessoas por dia
Ingressos: feverup.com/m/669611 (a partir de R$ 128 para membros do Club)
Disponíveis oficialmente pela plataforma Fever, com lotes crescentes.
https://10anos.jazzmansion.com

Foto: Jazz Mansion 10 anos | Foto: Divulgação

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