Pré-Carnaval: Rosas de Ouro e Grande Rio encerram o Abre Alas 2026 em São Paulo com Demônios da Garoa
O encontro entre a tradição paulista e a força do Carnaval carioca ganha um toque especial com a participação dos Demônios da Garoa, em uma noite histórica
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| Abre Alas 2026 | Foto: Divulgação |
O Abre Alas 2026 chega ao seu grandioso encerramento no dia 6 de fevereiro (sexta-feira) com um encontro que promete ficar marcado na memória do público: Rosas de Ouro e Grande Rio dividem o palco do Tokio Marine Hall em uma celebração que une a tradição de São Paulo e o espetáculo do Carnaval do Rio de Janeiro, em uma noite de pura emoção e samba.
Com baterias imponentes, intérpretes consagrados e um repertório que passeia por sambas-enredo históricos e clássicos que atravessaram gerações, as escolas transformam o palco em uma verdadeira avenida. O público vive uma experiência intensa, cantando em coro, dançando e vibrando ao som do samba em sua forma mais autêntica.
A noite conta ainda com a participação especial dos Demônios da Garoa, ícones da música popular brasileira, que levam ao espetáculo sua identidade inconfundível. Uma participação que reforça o caráter histórico e simbólico deste encerramento.
Mantendo o formato que consagrou o projeto, o Abre Alas 2026 transforma o ambiente fechado em uma avenida viva, com energia contínua, apresentações pensadas especialmente para o palco e o público como parte essencial do espetáculo. Um formato inovador que mistura show, desfile e festa, aquecendo corpos e corações para a maior manifestação cultural do país.
Após quatro noites memoráveis, reunindo algumas das maiores escolas de samba do Brasil, o Abre Alas 2026 se consolida como um dos principais projetos de pré-carnaval do país, celebrando a força do samba, da cultura popular e da união entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Serviço
Data: 06 de fevereiro (sexta-feira)
Horário: 22h (abertura da casa: 2 horas antes)
Local: Tokio Marine Hall - Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP
Ingressos: R$155,00 a R$220,00
Vendas: https://www.ticketmaster.com.br
Djavan completa 77 anos sendo o artista de MPB mais ouvido nas plataformas digitais
Com mais de 3 bilhões de streams, o ícone celebra 50 anos de carreira em 2026 com turnê mundial e relançamento em vinil
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| Djavan | Foto: Divulgação |
Djavan, que celebra hoje 77 anos, tem uma das carreiras mais sólidas da música brasileira. São 50 anos reafirmando um feito raro: ser, ao mesmo tempo, um clássico da música popular e o artista mais consumido da MPB no digital. Em um ano simbólico de celebração, o cantor e compositor alagoano disponibilizou a edição em vinil duplo de seu álbum mais recente, “Improviso”, anunciou a turnê mundial “Djavanear – 50 Anos. Só Sucessos”, a partir de maio de 2026, e consolida sua posição como líder do gênero nas plataformas digitais por dois anos consecutivos, um marco que reforça a força atemporal de sua obra.
Lançado originalmente no digital em novembro de 2025 pela Luanda Records / Sony Music, “Improviso” ganhou versão física em uma edição especial de colecionador, produzida pela Três Selos Rocinantes. O álbum está disponível em LP duplo de 180g, na cor marfim, com capa gatefold de alta gramatura, conceito visual de Giovanni Bianco, fotos do duo Marvin, figurino de Claudia Kopke e encarte com texto de Marcus Preto.
A obra foi amplamente celebrada pela crítica. Para o site Tenho Mais Discos Que Amigos, Djavan “mostra que o amor é o seu maior jazz”. A Revista Bravo destacou a inquietação criativa do artista, enquanto a Rolling Stone Brasil ressaltou sua capacidade única de traduzir emoções humanas ao longo de cinco décadas de trajetória.
Essa longevidade criativa se reflete também nos números. Djavan acumula mais de 3 bilhões de streams somando áudio e vídeo ao longo da carreira, é o artista da MPB mais consumido nas plataformas digitais e ocupa o primeiro lugar do gênero por dois anos consecutivos, mesmo quando não lançava músicas inéditas, um feito que confirma a permanência de sua obra no cotidiano de diferentes gerações.
Ao longo da carreira, o artista soma ainda 13 indicações ao Grammy Latino, com 4 vitórias, consolidando reconhecimento artístico no Brasil e no exterior. Em 2026, essa conexão global se expande com uma turnê mundial, intitulada “Djavanear – 50 Anos. Só Sucessos”, que estreia em maio e deve passar por países da Europa, Américas e outros territórios.
Documentário “Paul McCartney: Man on the Run” retrata ascensão dos Wings nos anos 1970
Dirigido por Morgan Neville, filme explora o renascimento criativo do ex-Beatle e chega aos cinemas e ao Prime Video
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| Paul McCartney e dos Wings nos anos 1970 | Foto: Divulgação |
O que acontece quando você acorda na manhã seguinte após deixar a banda de rock mais importante de todos os tempos? “Paul McCartney: Man on the Run”, o novo documentário dirigido pelo vencedor de Oscar®, Emmy® e GRAMMY® Morgan Neville, explora com olhar intimista o renascimento criativo de Paul McCartney após o fim dos Beatles.
Em abril de 1970, Paul lançou seu primeiro álbum solo, “McCartney”. Quando perguntado sobre o que faria a seguir, respondeu que seu único plano era “crescer”. “Paul McCartney: Man on the Run” retrata a década transformadora de Paul após a separação dos Beatles e a ascensão de sua nova banda, Wings.
Por meio de imagens de arquivo impressionantes, fotografias excepcionais de Linda McCartney e entrevistas com Paul, Linda, Mary e Stella McCartney, além de diversos integrantes dos Wings, Sean Ono Lennon, Mick Jagger e Chrissie Hynde, entre outros, o filme examina esse período sob uma perspectiva única e profundamente vulnerável.
“Paul McCartney: Man on the Run” terá lançamento nos cinemas em países selecionados ao redor do mundo. Além do filme, cada sessão contará com um conteúdo bônus exclusivo: uma conversa especial entre Paul McCartney e o diretor Morgan Neville.
A lista completa de cinemas participantes e horários estará disponível em manontherun.film a partir de 4 de fevereiro, às 14h (GMT) / 11h, no horário de Brasília. Os fãs devem se inscrever na newsletter para receber alertas.
O documentário foi produzido pela Tremolo, em associação com MPL Communications e Polygram Entertainment. Após o lançamento nos cinemas, o filme estará disponível no Prime Vídeo, a partir de 27 de fevereiro, em mais de 240 países e territórios.
“TINA TURNER – O Musical” chega ao Brasil em 2026
A superprodução celebra o legado da Rainha do Rock com hits icônicos e uma história de superação no Teatro Santander
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| Tina - O musical | Foto: Divulgação |
Fevereiro chegou e ganhou um reforço de peso: “TINA Turner, O Musical”. O espetáculo estreia no dia 26 de fevereiro, no Teatro Santander, celebrando também os 10 anos do espaço com emoção e rock.
Inspirado na vida da Rainha do Rock, o musical mistura desafios e vitórias, levando o público por uma jornada intensa. A versão brasileira tem Analu Pimenta como Tina. Enquanto isso, César Mello vive Ike Turner. Portanto, a produção une Broadway e talento local.
A trilha sonora é um destaque. Assim, inclui hits como “What’s Love Got To Do With It?” e “The Best”. Além disso, a encenação promete energia e nostalgia. Para quem mora em Santa Catarina, vale a viagem. Afinal, São Paulo é um polo cultural intenso. E, sem dúvida, esse show é imperdível para fãs de música e histórias reais.
A temporada vai até 12 de julho de 2026. Portanto, sessões de quarta a domingo. Ingressos a partir de R$25 (meia) e R$50 (inteira). O teatro, no Itaim Bibi, é acessível para cadeirantes. Os ingressos serão vendidos pela Sympla.com e ainda não há data oficial para abertura das vendas.
Em resumo, o musical homenageia um ícone de superação. Tina Turner faleceu em 24 de maio de 2023, aos 83 anos. Seu legado, no entanto, continua vivo nos palcos.
Claudya celebra 60 anos de carreira em show histórico na Casa Natura
Turnê “Deixa eu dizer” estreia em São Paulo reunindo Alaíde Costa, Ayrton Montarroyos e Patricia Marx em um encontro de gerações
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| Claudya | Foto: Divulgação |
A cantora Claudya celebra seis décadas de trajetória artística com a estreia, em São Paulo, da turnê “Deixa eu dizer”, no dia 6 de março, na Casa Natura Musical. O espetáculo marca um momento simbólico de celebração, memória e renovação, reunindo no palco convidados especiais que dialogam diretamente com a história, a elegância e a força interpretativa da artista: Alaíde Costa, Ayrton Montarroyos e Patrícia Marx.
Com uma carreira iniciada nos anos 1960, Claudya construiu um percurso singular na música popular brasileira, transitando com naturalidade entre o samba, a bossa nova, o soul, a canção romântica e a música internacional. Dona de uma voz marcante, de timbre quente e fraseado preciso, ela se destacou desde cedo não apenas como intérprete, mas como uma artista atenta ao tempo histórico, às transformações estéticas e às múltiplas linguagens da canção brasileira.
A turnê “Deixa eu dizer” nasce justamente desse desejo de olhar para trás sem nostalgia paralisante, propondo uma escuta atualizada de um repertório que dialoga com diferentes gerações. O título do espetáculo sugere esse gesto de afirmação da palavra e da voz — um convite para que Claudya conte sua história cantando, mas também para que o público reconheça, nesse percurso, fragmentos da própria memória afetiva da música brasileira.
No palco, o show se estrutura como um encontro entre passado, presente e futuro. O repertório revisita canções emblemáticas de sua discografia, clássicos que marcaram época e interpretações que ajudaram a consolidar seu nome, ao mesmo tempo em que abre espaço para releituras e diálogos com artistas convidados que representam distintas gerações da MPB.
Para a artista, “Esse show é a celebração de um período importante da minha trajetória e a comemoração dos meus 60 anos de carreira”, ao comentar a oportunidade de abrir a temporada no palco da Casa Natura Musical. Este novo ciclo vem acompanhado do relançamento em vinil dos álbuns Jesus Cristo (1971) e Deixa Eu Dizer (1973), marcos de sua discografia e da música brasileira.
Mais do que um show comemorativo, “Deixa eu dizer” se apresenta como um gesto artístico de afirmação. Claudya reafirma sua relevância não apenas pelo que construiu ao longo de seis décadas, mas pela maneira como permanece em movimento, aberta ao encontro, à escuta e à reinvenção.
Luiz Carlos Sá lança seu 2º trabalho solo, “Sambas de Mato”, nas plataformas digitais
Disco inspirado em vivências litorâneas será incorporado a um álbum físico com livro de crônicas em 2026
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| Luiz Carlos Sá | Foto: Divulgação |
Depois de 53 anos dedicados ao trio Sá, Rodrix & Guarabyra e à dupla Sá & Guarabyra, Luiz Carlos Sá parte agora para seu segundo álbum solo. Sambas de Mato teve origem em algumas músicas que não caberiam no repertório da hoje desfeita dupla. Lembrando dos tempos que passou à beira de praias e entre matas em viagens pelo país, ora cantando, ora buscando sons e ritmos diferenciados, Sá partiu para um trabalho diverso, com forte acentuação na parte rítmica e harmônica.
Sá, musicalmente mais conhecido pela criação do chamado rock rural, parte para explorar um novo e brasileiríssimo caminho inspirado em vivências de juventude à beira de praias e serras litorâneas.
Sambas de Mato fala de morros cobertos de bananais, praias escondidas e lugares percorridos, cidades à beira do mar com um povo formado por sal, sol, areia e mata. Apoiado por um suingado naipe percussivo criado por Constant Papineanu (também produtor e arranjador) e por seu próprio violão, Sá cruza o país de “Belém em Belém” a “Goiânia”, passando pelos tambores dos quilombos de Mangaratiba em “Zurumzum” e “Histórias de Esmeralda”, até encontrar em “Bananeira de São Tomé” aquilo que chamamos de História Miscigenada do Brasil.
O álbum tem lançamento exclusivo nas plataformas digitais pela produtora e gravadora Kuarup. O disco será incorporado a um novo álbum físico com um livro de crônicas previsto para 2026.
Completando esse ano de comemorações, Sá, carioca de origem, mas morador de Belo Horizonte desde 2005, recebe da Assembleia Legislativa mineira o título de Cidadão Honorário de Minas Gerais e programa para 2026 o lançamento de um livro de crônicas sobre sua vivência musical, junto a um novo álbum já sendo gravado, onde mostrará novas parcerias com Ivan Lins, Chico César, Zeca Baleiro, Almir e Gabriel Sater.
Lia Levin reivindica protagonismo e autonomia feminina em novo EP
Primeiro single, “Intermitência”, já disponível nas plataformas, aborda relacionamentos abusivos com sonoridade brasileira
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| Lia Levin | Foto: Felipe Corvello |
Lia Levin não segue o roteiro óbvio. Nascida em São Paulo em uma família de médicos onde a arte sempre foi o "oxigênio" do lar, Lia cresceu entre acordes de piano e passos de dança. Hoje, aos 40 anos, a escorpiana assume seu lugar como uma artista completa. Dona de seus próprios versos, Lia canta, dança e interpreta.
Seu mais novo trabalho, "Intermitência", é a prova real de sua capacidade de traduzir conceitos complexos para o grande público. Composta pela própria Lia em parceria com Thales Augusto Corrêa, a canção disseca o mecanismo psicológico que mantém mulheres em relacionamentos abusivos: a alternância imprevisível entre momentos de maus tratos e momentos maravilhosos.
A faixa é uma celebração da sonoridade brasileira, flertando com o sertanejo, o brega e a bachata. Produzida pela Interstella, a música ganha vida visual em um clipe com a participação do ator Thomás Aquino, que ilustra com precisão como funciona a manipulação.
“Desde quando compus a música, imaginei o clipe com cenas que contassem a história de um casal em um relacionamento tóxico... Pensei logo no Thomás Aquino porque ele é um ator muito competente e entregue ao ofício.”
Embora a medicina fosse forte na família, Lia optou por traçar sua jornada entre a arte e a psicologia. O que poderia ser apenas uma formação acadêmica tornou-se o alicerce de sua identidade artística. "Uso todos os dias o que aprendi na minha formação na faculdade de psicologia da USP, tanto na vida, quanto nas letras", revela a artista.
E é a partir de “Intermitência” que Lia expande seu discurso artístico, com um novo EP focado no protagonismo e na autonomia feminina. Os próximos lançamentos carregam a intenção de apontar e questionar a posição da mulher na sociedade, buscando trazer a visão feminina para o centro da história.