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Wilton Magário Junior e a engenharia jurídica no crescimento empresarial sustentável

29 de Janeiro de 2026

Foto: Divulgação

Enquanto organizações globais debatem como escolher modos de entrada em mercados internacionais, seja por meio de exportação, alianças estratégicas, aquisições ou criação de subsidiárias próprias, a literatura de negócios enfatiza que essas decisões exigem avaliação criteriosa de riscos, controle e adaptação local. 

Ao mesmo tempo, estudos sobre o futuro da advocacia apontam para uma gestão jurídica que extrapola a prática tradicional, incorporando tecnologia, previsibilidade de custos, capacidade analítica e integração com áreas de negócio como fatores centrais de competitividade em 2026. É nesse ambiente multifacetado que se destaca Wilton Magário Junior, advogado e consultor empresarial cuja carreira revela como um jurídico estrategicamente estruturado pode ser um verdadeiro motor de crescimento sustentável e expansão internacional para empresas brasileiras.

“Entender o ambiente regulatório e os diferentes modos de entrada em mercados externos não é luxo — é condição de sobrevivência”, afirma Magário, sintetizando sua visão sobre a importância de alinhar estratégia jurídica e internacionalização. Essa leitura é especialmente relevante para organizações que buscam entrar em mercados que exigem adaptação legal, contratos claros e governança robusta.

Da mitigação de riscos à criação de vantagem competitiva

Magário construiu sua atuação nas áreas de direito tributário, empresarial e ambiental com a convicção de que juridicidade eficaz deve ser traduzida em valor econômico real, algo que, nas tendências para 2026, está diretamente ligado à capacidade de gerar eficiência, previsibilidade e confiança estratégica .

Um dos exemplos mais significativos de sua atuação ocorreu entre 2020 e 2022, quando liderou um programa de otimização tributária para um grupo de empresas com faturamento combinado de mais de R$ 1,2 bilhão. Sua estratégia não só reduziu anualmente R$ 65 milhões em encargos tributários, como também elevou a capacidade dessas empresas de projetar expansão para mercados externos, criando um ambiente jurídico sólido para futuras operações internacionais. “Reduzir carga tributária não é cortar custos — é ampliar margem para reinvestimento, inovação e competitividade global”, explica Magário.

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Além do aspecto fiscal, Magário tem atuado na revisão e estruturação de contratos empresariais com cláusulas que fortalecem arbitragem e compliance, alinhando-os às expectativas regulatórias e de mercado. Essa abordagem proativa reflete diretamente o que a literatura especializada aponta como tendências cruciais: advogados que interpretam contexto e riscos para apoiar decisões estratégicas de negócio, não apenas litígios isolados. 

Sustentabilidade jurídica como ativo estratégico

Outro eixo que Magário coloca no centro de sua prática é a integração entre governança, sustentabilidade regulatória e operações de negócio. Em sua atuação como Diretor Jurídico na Protack Adesivos, ele liderou a adequação aos requisitos da ISO 14001, eliminando passivos ambientais significativos e abrindo portas para exportações para os Estados Unidos, um passo essencial para empresas que, em tempos de globalização, não podem dissociar conformidade ambiental de performance econômica.

Compliance ambiental não pode ser apenas um ‘checklist’. É um fator de criação de valor em mercados exigentes, especialmente na exportação de produtos e soluções industriais”, afirma Magário, ecoando a necessidade de gerenciamento permanente de riscos regulatórios que especialistas apontam para 2026 como elemento central da sustentabilidade do negócio.

Arbitragem, litígios e governança corporativa

Como árbitro da Câmara de Mediação e Arbitragem do Alto Tietê (CIMAT) e atuante em litígios empresariais complexos, Magário tem acompanhado a consolidação de Legal Operations, função estratégica que integra tecnologia, análise de dados e governança, como pilar de gestão jurídica eficiente. Esse desenvolvimento se alinha com a tendência de transformação do perfil do advogado, que passa a focar mais em análise de cenário e construção de soluções do que em rotinas processuais isoladas.

Em 2025, Wilton liderou a condução de um dos maiores acordos empresariais homologados pelo Superior Tribunal de Justiça, resolvendo um litígio internacional que envolvia múltiplas jurisdições. “Quando o jurídico está alinhado com objetivos de negócio, acordos complexos deixam de ser um fim e passam a ser pontes para crescimento sustentável”, observa.

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Segurança jurídica que vira vantagem competitiva

A trajetória de Wilton Magário Junior ilustra uma mudança estrutural no papel do jurídico corporativo: de função de suporte para peça central da estratégia de crescimento. Integrar tecnologia, governança, previsão de riscos e análise regulatória não é apenas ajuste operacional, é elemento de vantagem competitiva sustentável.

Como ele mesmo resume:

A gestão jurídica moderna não elimina riscos, transforma riscos calculados em oportunidades de crescimento, especialmente para empresas que almejam competir em mercados complexos e multinacionais.

Em um momento em que decisões de gestão moldam a sustentabilidade do setor, como apontam análises recentes, a atuação de Magário reforça que o jurídico capaz de dialogar com objetivos econômicos, operacionais e de mercado é hoje um ativo tão estratégico quanto qualquer outro na arquitetura do negócio.

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