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Alyne Lary exibe curvas e conta como venceu a depressão e se tornou a "Musa do Instagram"

15 de Fevereiro de 2019
A modelo Alyne Lary no lançamento da revista Sexy
Foto: Divulgação

A cada foto postada nas redes sociais, a modelo Alyne Lary recebe multidões de elogios à sua beleza e o corpo escultural que exibe nas fotografias. No entanto, por trás de uma mulher bonita e admirada, que se tornou capa de revista masculina e hoje é considerada um Sex Symbol, existe uma história de superação da depressão e dos próprios medos.

Alyne nasceu e viveu a maior parte de sua vida na cidade de Chapecó, em Santa Catarina. Contudo precisou mudar-se para Balneário Camboriú devido à crise: “Eu fui bancária por 10 anos, mas há dois anos atrás, quando a economia do Brasil estava no pior momento da crise, e também devido a muita pressão no ambiente de trabalho, resolvi voltar para a profissão que sempre amei, que é a de modelo. Saí do banco e vim para Balneário Camboriú, e comecei a investir meu tempo na rede social, com fotos e vídeos no Instagram. Assim, acumulei muitos seguidores e surgiu o convite para a Revista Sexy”, revela.

A modelo sempre foi considerada um referencial de beleza feminina, e já ganhou diversos concursos de beleza na região sul. Impulsionada pela crise, decidiu voltar a investir na carreira de modelo: “Após minha separação, e o fim de um casamento que durou 7 anos, tive depressão e voltar a modelar me ajudou a dar a volta por cima. Superar os meus medos e angústias foi mais um motivador para vir para Balneário Camboriú e retomar a carreira. Fui muito criticada, tanto por ser uma mulher separada e consequentemente mãe solteira, como por ter decidido abraçar a profissão de modelo”. 

Alyne Lary
Foto: Reprodução / Instagram

Alyne trouxe seus dois filhos para Balneário Camboriú em busca de reconstruir sua vida e vencer a luta contra a depressão: “meus filhos foram minha motivação, e por eles aprendi a lidar com o preconceito de cabeça erguida. Não tive apoio de ninguém. Corri atrás, me formei em gestão, paguei sozinha pelos meus estudos na faculdade, segui a carreira de bancária, mas hoje trabalho somente como modelo, e me sinto realizada”.

Alyne conta que uma das coisas que a ajudou a superar a depressão também foi a dança: "A dança é uma atividade muito prazeirosa pra mim, e me ajudou também a vencer a depressão. Pode parecer pequeno, mas pra mim foi libertador".

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