Colaboradores - Lica Gimenes

Fake News: O perigo de compartilhar notícias falsas

21 de Maio de 2018

Atualmente, com o acesso à internet a expansão das Fake News, notícias falsas que aparentam ser verdadeiras, têm causado preocupações para os leitores e deixando em dúvida a credibilidade das mídias tradicionais. 

"As notícias falsas circulam pelas redes sociais e são compartilhadas com uma velocidade assustadora, e, vem ganhando proporções preocupantes." Afirma o jornalista Fagner Vianna, da TV Novo Monte.

Basta apenas o compartilhamento de uma manchete sem a leitura por completo da matéria ou o encaminhamento de áudios e mensagens de textos em grupos do WhatsApp sem fontes confiáveis, para que elas alcancem um grande número de pessoas em instantes. São situações rotineiras que parecem inofensivas, mas que dependendo da proporção, suas consequências podem ser irreparáveis.

Jornalista Fagner Vianna
 

"O principal problema é que muitas vezes as pessoas que compartilham, acreditam estar fazendo uma coisa boa e estão passando adiante uma informação que vai ajudar ou proteger alguém e é justamente o contrário." afirma  Fagner

De difamações sobre celebridades a dados manipulados durante campanhas políticas, as fakes news são, normalmente,  sensacionalistas e exageradas. 

"A tendência pelo teor dessas informações é que elas se espalham 70% mais rápido que uma notícia tida como comum pelo teor que elas costumam carregar em seu contexto." explica o  jornalista

Parece complicado descobrir a veracidade da notícia, mas não é. No primeiro momento é preciso checar as informações e suas fontes, procurar se outros veículos estão noticiando. 

Os leitores devem prestar atenção aos  detalhes como datas, uma vez que a notícia pode ser verdadeira, mas é antiga, erros de concordância e ortografia. Muitas vezes, até mesmo através do layout é possível detectar uma fake news.

O público precisa se conscientizar sobre os impactos causados pelo compartilhamento de notícias falsas, para que diminua sua circulação nas redes sociais e deixe de ser um problema para todos. 

Crédito: Beatriz Oliveira

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