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Major Olimpio pede a Moro que Lula vá para a prisão comum; e processos de Alckmin fiquem com o juiz

10 de Abril de 2018

O deputado federal Major Olimpio protocolou na Procuradoria Geral Da República e ao Juiz Sérgio Moro um ofício para que o ex-presidente Lula passe a cumprir a pena em uma prisão comum, e não em uma sala reservada na própria  Superintendência da Policia Federal.  

Major Olimpio afirma que o ex-presidente não possui os requisitos legais para ter direito a prisão especial, acrescendo que, tal possibilidade se restringe a prisões cautelares, o que não é o caso, uma vez o ex-presidente foi condenado em segundo grau iniciando o cumprimento de sua prisão-pena pelos crimes praticados.

(Facebook/Reprodução)
 

 Um cidadão que ocupou o cargo mais alto do País, e se encontra condenado por crimes  cometidos  no exercício do seu cargo,  desviando recursos públicos e se enriquecendo de forma ilícita, não pode se valer de tal posição para requerer benefícios”, defende Major Olimpio.

Candidato

Recentemente, Major Olímpio se filiou ao PSL e deve sair como candidato ao Senado pelo Estado de São Paulo. No ano passado, o deputado negou receber R$ 50 mil, como acusou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em resposta a um protesto feito pelo parlamentar, no interior paulista, em defesa de reajustes salariais dos agentes de segurança pública.

Após polêmica com  Alckmin, o deputado protocolou nesta quarta-feira documento na Procuradoria Geral da República para que processo de Alckmin vá para mãos de Moro. Após sua renúncia ao mandato de Governador, Geraldo Alckmin deve perder o direito ao Foro Privilegiado no Supremo Tribunal de Justiça.

Com isso, o Deputado Federal Major Olimpio avalia que o inquérito aberto em novembro de 2017 (após delação da Odebrecht) pode seguir para análise do Juiz Sergio Moro.

“O que eu fiz como brasileiro e como parlamentar foi pedir que não se paralise a investigação. Pelo contrário, que se acelere o julgamento do caso; uma vez que Alckmin é tido como “SANTO” nas delações da Odebrecht e teria recebido – segundo investigações- dez milhões e setecentos mil reais para campanhas políticas através de seu cunhado”, comentou Olimpio.

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