Cultura - Teatro

TEATRO DE CONTÊINER MUNGUNZÁ COMPLETA UM ANO

15 de Fevereiro de 2018

COM MOSTRA DE SOLOS FEMININOS

Denise Weinberg (O Testamento de Maria), Georgette Fadel (Afinação I), Paula Cohen (Carne de Mulher), Fernanda D’umbra (Isso Não é um Sacrifício), Ester Laccava (A Árvore Seca), Cleide Queiroz (Palavra de Stela), Luaa Gabanini (Efeito Cassandra: Na Calada da Noite e BadeRna), Janaína Leite (Conversas com meu Pai), Regina Fonseca (Como Todo Mundo) e Renata Carvalho (O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu) apresentam seus monólogos

e Cida Moreira finaliza a programação com o show Soledade

 

 

Vencedor do Prêmio APCA na categoria especial de teatro e um dos indicados ao Prêmio Shell de inovação pelo uso arquitetônico inédito voltado para o teatro, inserido na região degradada do centro de São Paulo, oTeatro de Contêiner Mungunzá construído na região da Luz com 11 contêineres marítimos, completa um ano de atividades em março. Para comemorar, a Cia Mungunzá de Teatro realiza de 19 de fevereiro a 9 de março a MOSTRA SOLO MULHERES, uma programação com 11 espetáculos de teatro, um show e lançamento de livro.

 

Inaugurado em março de 2017, o Teatro de Contêiner Mungunzá, recebeu um público aproximado de 50 mil pessoas. Foram 64 espetáculos de teatro adulto (272 apresentações), 11 espetáculos de teatro infantil (31 apresentações), 24 shows musicais, cinco espetáculos de dança, uma exposição, cinco saraus, oito festivais/ mostras, 11 oficinas, 22 debates públicos, quatro festas e cinco lançamentos de livros.

 

Para Marcos Felipe, um dos integrantes da Cia Mungunzá de Teatro, que administra o espaço, a abertura do Teatro de Contêiner Mungunzá levou um amadurecimento ao grupo e também criou uma relação mais afetiva com São Paulo. “Acabamos por apresentar apontamentos para uma política cultural nova, sem institucionalização. O nosso espaço se relaciona diretamente com a cidade e os moradores do Centro, seja por meio da arquitetura ou da operação que criamos sem divisões”, explica o ator.

 

No Teatro de Contêiner Mungunzá os banheiros são unissex na esteira do fortalecimento de discussões de gênero, no bar/ lanchonete o público que decide quanto vale cada item, a área de convivência com playground e mobiliário feito com tambores de aço reutilizados é aberta para o público e as paredes de vidro que envolvem o teatro possibilitam que atores e plateia possam ver e ser vistos por quem passa pela rua. “Já que não temos o compromisso com o lucro, abrimos novos caminhos e o resultado está sendo incrível”, revela Marcos, frisando a não exclusão da população vulnerável de rua da região.

 

Além da comemoração de um ano de atividades do Teatro de Contêiner Mungunzá, o ano de 2018 traz outras novidades. Em maio, a Cia Mungunzá estreia o espetáculo Epidemia Prata e em junho lança o livro sobre os 10 anos do grupo com assinatura do pesquisador teatral Alexandre Mate e colaboração de José Cetra.

 

Mostra Solo Mulheres

Pensada especialmente para comemorar o primeiro ano do Teatro de Contêiner Mungunzá, a MOSTRA SOLO MULHERES traz ao público 11 espetáculos de teatro, um show e um lançamento de livro.

 

A atriz Luaa Gabanini abre a mostra com o solo Efeito Cassandra: Na Calada da Noite (dia 19 de fevereiro, segunda-feira, às 21 horas), onde não conhece todos os textos, nem a sequência narrativa do roteiro da noite, pois novos textos são gravados para cada apresentação e colocados em um fone. A obra, que parte do Mito de Cassandra, enfatiza o caráter de intervenção dessa proposição que explora a voz como personagem e traz à luz da cena a violência infringida através dos tempos ao discurso feminino, massacrado de forma explícita ou velada.

 

Luaa Gabanini também sobe ao palco do Teatro de Contêiner Mungunzá no dia 20 de fevereiro, terça-feira, às 21 horas, e apresenta BadeRna. A palavra “baderna”, exclusiva do português do Brasil, surgiu no fim do século XIX em referência à bailarina italiana Marietta Baderna, jovem artista liberal e inovadora, que provocou inúmeras críticas ao introduzir aos passos do balé clássico gestos do lundu, dança afro-brasileira que era praticada apenas por escravos. Tendo esta narrativa como pano de fundo, o espetáculo performático trata do processo histórico da mestiçagem brasileira.

 

Em Conversas com o Meu Pai (dias 21 e 22 de fevereiro, quarta e quinta-feira, às 21 horas) Janaina Leite trata da relação com o seu pai, que perdeu a capacidade de fala e se expressou através de bilhetes. Esse foi o ponto de partida de um work in process de quase sete anos que culminou na morte do pai e que deixa como herança um amontoado de formas, esboços e questões com as quais a atriz tenta lidar em cena.

 

Uma mulher está sendo interrogada por uma médica e sua equipe. A partir do seu depoimento, o espetáculo de Paula Cohen Carne de Mulher (dia 23 de fevereiro, sexta-feira, às 21 horas), mostra a trajetória de alguém que foi alvo de uma sequência de violências de gênero ao longo da vida e que de repente decide colocar em prática, como com a força de um grito, o seu ato de libertação.

 

A atriz Denise Weinberg apresenta o solo O Testamento de Maria (dias 24 e 25 de fevereiro, sábado e domingo, às 20 horas), onde o escritor Colm Tóibin imagina como Maria, perseguida no fim de sua vida e no exílio, procura desvendar os mistérios que cercaram a crucificação de Jesus Cristo. Maria faz questão de falar somente a verdade. Ela encara não só a imensa crueldade dos romanos e dos anciãos judeus, e a estranha e inexplicável exaltação dos discípulos do seu filho, como também as suas próprias angústias e hesitações. Deste modo, além de mãe, de símbolo religioso e de figura histórica, Maria se revela uma figura de enorme estatura moral, uma verdadeira e inesquecível mulher.

 

Também nos dias 24 e 25 de fevereiro (sábado e domingo, às 21h30) a atriz Regina Fonseca traz o solo Como Todo Mundo, que aborda de maneira documental pela via do teatro a história de uma cafetina que após advogar para uma prostituta que havia sido maltratada, resolve montar sua própria boate. O monólogo tem sua encenação feita pela técnica verbatim de teatro documental.

 

O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, com atuação da atriz trans Renata Carvalho (dias 26 e 27 de fevereiro, segunda e terça-feira, às 21 horas)é uma mescla de monólogo e contação de histórias em um ritual que mostra Jesus no tempo presente, na pele de uma mulher transgênero. Histórias bíblicas são recontadas em uma perspectiva contemporânea, propondo uma re?exão sobre a opressão e a intolerância sofridas por pessoas trans e minorias em geral na sociedade.

 

Apoiada na dramaturgia e direção de Elias Andreato, a atriz Cleide Queiroz protagoniza o monólogo Palavra de Stela (dias 28 de fevereiro e 1º de março, quarta e quinta-feira, às 21 horas) sobre Stela do Patrocínio (1941-1997). A personagem real, diagnosticada como esquizofrênica, passou a maior parte da vida internada em manicômios e desenvolveu um discurso poético que revela uma visão muito pessoal do mundo.

 

Numa odisseia épica, a atriz Ester Laccava narra em primeira pessoa a história  emocionante de uma mulher que transcende sua  infertilidade e arranca à força  felicidade nos pequenos momentos de sua vida no sertão. O texto poético baseado na literatura de cordel se reveza com depoimentos autobiográficos da atriz no solo A Árvore Seca (dia 2 de março, sexta-feira, às 21 horas).

 

Com Georgette Fadel Afinação I (dias 3 e 4 de março, sábado e domingo, às 21 horas) é uma aula ministrada pela personagem, a pensadora e professora francesa Simone Weil. Uma conferência sobre a relação entre a opressão e o sofrimento no mundo, e o incrível boicote ao pensamento racional com textos de Brecht, Hegel, da própria Simone Weil e algumas citações de Marx compondo esse momento que pretende ser uma oração à razão. Com muito cuidado, Simone afina as ideias, presentes nos sons e sentidos, e busca com muito fervor fazê-las existir também no coração do público. Um violoncelo é, para Simone, o objeto de expressão dessa afinação sutil.

 

Monólogo sobre uma mulher que já foi usada de diversas formas e agora será descartada por apedrejamento, Isso não é um Sacrifício, com Fernanda D’Umbra (dias 5 e 6 de março, segunda e terça-feira, às 21 horas), é sobre a violência, o descarte diário, o apedrejamento nosso de cada dia. Um espetáculo da imobilidade, o não movimento em busca de uma fresta de luz, um fim de túnel.

 

Livro e show

MOSTRA SOLO MULHERES também traz em sua programação o lançamento do livro Ninfas do Tietê, da escritora, performer, curadora e programadora de artes, Natália Nolli Sasso (dia 3 de março, sábado, às 22 horas). Editado pela Moinhos, de Belo Horizonte, Minas Gerais, a obra, dividida em cantos, apresenta poesias narrativas, espécies de épicos e idílios contemporâneos – já que o cenário, ao contrário do que acontece na poesia grega – não é bucólico, pastoril, e sim urbano, ruidoso, agressivo e hostil. 

 

A multifacetada e talentosa atriz, cantora e pianista Cida Moreira encerra a mostra com o show Soledade (dia 9 de março, sexta-feira, às 21 horas). Considerada uma das mais emblemáticas artistas multimídia do Brasil, a artista  utiliza a música como expressão primordial em toda sua extensa trajetória, seja nos cinemas ou nos palcos. O show é habilmente composto pelo repertório do disco homônimo – composições inéditas e clássicos de Chico Buarque, Jards Macalé, Milton Nascimento, Nico Nicolaiewski, Alice Ruiz, Hélio Flanders e Thiago Pethit, entre outros – além de outras canções que seguem a mesma linha conceitual, tratando com emoção e lucidez de temáticas genuinamente brasileiras.

 

 

Sobre a Cia Mungunzá

A Cia. Mungunzá de Teatro iniciou suas atividades em 2006, com uma pesquisa realizada em parceria com o diretor Nelson Baskerville, em torno do teatro épico de Bertolt Brecht, que gerou  o espetáculo Por que a criança cozinha na polenta. Entre 2008 e 2010, a peça realizou temporadas em São Paulo e participou de festivais em todo o Brasil, recebendo mais de 30 prêmios. Entre 2011 e 2013, também com a direção de Nelson Baskerville, a companhia realizou o premiado Luís Antônio-Gabriela, que narrava a história de transformação do irmão de Nelson Baskerville no travesti Gabriela. Concebido na perspectiva do teatro-documentário ou documentário cênico, Luís Antônio-Gabriela fez temporada entre 2011 e 2013, em São Paulo, além de circular por todo o Brasil e fazer apresentações em Portugal. Em 2011, recebeu vários prêmios, entre eles o Shell e o APCA, o da Cooperativa Paulista de Teatro e o Prêmio Governador do Estado de São Paulo. Em 2015 estreia Era uma Era, que inaugura o repertório infantil da Cia. No mesmo ano, o grupo leva aos palcos Poema Suspenso para uma Cidade em Queda, onde desdobra o tema da família em uma pesquisa sobre os relicários pessoais dos atores e pedaços de histórias, que se unem a experiências universais. Esta produção marca uma nova fase da gestão compartilhada da Cia. Mungunzá com outras companhias e coletivos, mas reitera seu interesse em aproximar o ator e a plateia, pelo aparato cênico, de forma sinestésica. Em março de 2017, o grupo inaugura o Teatro de Contêiner Mungunzá na região central da cidade de São Paulo.

 

 

Para roteiro:

MOSTRA SOLO MULHERES – De 19 de fevereiro a 9 de março, no Teatro de Contêiner Mungunzá. Ingressos – R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada) e R$ 5,00 (moradores da região). Vendas antecipadas pelo site www.ciamungunza.com.br.  

 

Teatro

 

Efeito Cassandra: Na Calada da Noite – Dia 19 de fevereiro, segunda-feira, às 21 horas. Duração – 70 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Capacidade – 99 lugares. Com Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Concepção Geral – Claudia Schapira e Luaa Gabanini. Direção e Dramaturgia – Claudia Schapira. Performer – Luaa Gabanini. DJ – Eugenio Lima. Polifonia – Claudia Schapira, Dani Nega, Danilo Grangheia, Fernanda D’umbra, Georgette Fadel, Lucienne Guedes, Maurinete Lima, Nilceia Vicente e Roberta Estrela D’Alva. Assistência de Direção – Maria Eugenia Portolano. Direção Musical – Eugenio Lima. Direção de Arte e Vídeo – Bianca Turner. Concepção de Luz – Ciro Godoy. Figurino – Claudia Schapira. Criação e Preparação de Voz – Maria Isabel Setti, Andreia Drigo e Roberta Estrela D’Alva. Pesquisa de Mitologia e Simbologia – Maria Alice Camargo. Pilates – Bel Rojas. Treinamento de Kempo – Ciro Godoy. Técnico de Som – Viviane Barbosa. Técnico de Luz – Vânia Jaconis. Cenotécnico – Fernando Albuquerque. Programação Visual – Sato Do Brasil e Murilo Thaveira – Casadalapa. Maquiagem – Maria Fernanda Torrezani. Produção Executiva – Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Direção de Produção e Administração – Mariza Dantas.

 

BadeRna – Dia 20 de fevereiro, terça-feira, às 21 horas. Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Capacidade – 99 lugares. Com Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Concepção Geral – Luaa Gabanini. Direção – Roberta Estrela D’Alva. Atriz-dançarina – Luaa Gabanini. Direção de Arte – Bianca Turner. Poemas de Ação Dramática – Claudia Schapira e Luaa Gabanini. Direção Musical – Eugênio Lima. Assistentes de Direção – Juliana Tedeschi e Paulo Vinicius. Percussão – Alan Gonçalves ou Daniel Laino. Figurino – Claudia Schapira. Desenho de Luz – Carol Autran. Maquiagem – Maria Fernanda Torrezani. Técnico de Som – Dr. Aeiulton. Treinamento de Spoken Word – Roberta Estrela D’Alva. Consultoria de Ballet Clássico – Gisele Bellot. Consultoria de Dança de Rua – Flip Couto. Consultoria de Danças Populares – Cristiano Meirelles. Produção Executiva – Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, Luaa Gabanini e Amilton de Azevedo. Direção de Produção e Administração – Mariza Dantas.

 

Conversas com meu Pai – Dias 21 e 22 de fevereiro, quarta e quinta-feira, às 21 horas. Duração – 65 minutos. Recomendado para maiores de 14 anos. Concepção e Interpretação – Janaina Leite. Texto – Alexandre Dal Farra. Direção e Cenografia – Janaina Leite e Alexandre Dal Farra. Vídeos – Bruno Jorge. Iluminação – Wagner Antônio. Figurino – Melina Schleder. Direção de Palco – Michel Fogaça. Design Gráfico – Rodrigo Pereira.

 

Carne de Mulher – Dia 23 de fevereiro, sexta-feira, às 21 horas. Duração – 50 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Atuação e Concepção – Paula Cohen. Direção – Georgette Fadel. Iluminação e Cenário – Marisa Bentivegna. Trilha Sonora e Música Composta – Claudia Assef. Produção – Contorno Produções. Direção de Produção – Victoria Martinez e Jessica Rodrigues. Fotos – Lenise Pinheiro. Arte Gráfica – Patricia Cividanes.

 

O Testamento de Maria – Dias 24 e 25 de fevereiro, sábado e domingo, às 20 horas. Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 16 anos. Com Denise Weinberg. Texto – ColmTóibin. Tradução  Marcos Daud e Ron Daniels. Concepção, Adaptação e Direção  Ron Daniels. Cenografia  Ulisses Cohn. Figurino  Anne Cerutti. Música Originalmente Composta e Execução ao Vivo  Gregory Slivar. Iluminação  Fábio Retti. Diretor Assistente  Pedro Granato. Fotografia  João Caldas. Operação de Luz  Claudio Cabral.

 

Como Todo Mundo – Dias 24 e 25 de fevereiro, sábado e domingo, às 21h30. Duração – 40 minutos. Recomendado para maiores de 16 anos. Direção e Atuação – Regina Fonseca. Operação de Som – Helena Ceresa. Contrarregra – Ana Patricia.

 

O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu – Dias 26 e 27 de fevereiro, segunda e terça-feira, às 21 horas. Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 16 anos. Texto – Jo Clifford. Tradução/ Adaptação – Natalia Mallo. Direção – Natalia Mallo. Atuação – Renata Carvalho.

 

Palavra de Stela – Dias 28 de fevereiro e 1º de março, quarta e quinta-feira, às 21 horas. Duração – 70 minutos. Recomendado para maiores de 14 anos. Texto Original – Stela do Patrocínio. Adaptação e Direção – Elias Andreato. Elenco – Cleide Queiroz. Música Original e Arranjos – Jonatan Harold. Preparação Vocal e Assistência de Direção – Raphael Gama. Desenho de Movimento – Roberto Alencar. Cenário e Figurino – Mira Haar. Direção de Produção – Sonia Kavantan. Coordenação do Projeto – Carlos Moreno. Realização – CIC Produções Artísticas.

 

A Árvore Seca – Dia 2 de março, sexta-feira, às 21 horas. Duração – 50 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Texto – Alexandre Sansão. Direção – Antonio Vanfill e Leandro Goddinho. Elenco – Ester Laccava. Cenário –  Marcelo Larrea. Figurino – Antonio Vanfill. Iluminação – Marcelo Montenegro e Vinícios Andrade. Trilha Sonora – Ester Laccava e Leandro Goddinho. Concepção de Vídeos – Leandro Goddinho. Pesquisa Musical –  Claudio Olivotto e Ester Laccava. Fotos – João Caldas. Produção –  Ester Laccava. Técnicos Responsáveis – Pablo Perosa e Leandro Goddinho.

 

Afinação I – Dias 3 e 4 de março, sábado e domingo, às 21 horas. Duração – 75 minutos. Recomendado para maiores de 14 anos. Direção, Dramaturgia e Atuação – Georgette Fadel sobre textos de Bertolt Brecht, Hegel, Marx e Simone Weil. Desenho de Luz – Julia Zakia. Cenografia – Fadel Jacob Fadel. Direção de Produção – Carla Estefan – Metropolitana Gestão Cultural. Confecção das Cadeiras – Josafá Torquato de Araújo. Colaboração – Luciana Froes e Cia. São Jorge de Variedades.

 

Isso Não é um Sacrifício – Dias 5 e 6 de março, segunda e terça-feira, às 21 horas. Duração – 45 minutos. Recomendado para maiores de 14 anos. Texto – Fernando Bonassi. Concepção e Direção – Christiane Tricerri. Interpretação – Fernanda D’ Umbra. Cenário-figurino – Gal Oppido. Trilha (composição e execução ao vivo) – Jorge Jordão. Direção Musical e Desenho de Som ao Vivo – Rafael Bresciani. Desenho de Luz – Olivia Munhoz. Operação – Macos Loureiro. Adereço de Cabeça – Helena Obersteiner. Fotografia e Desenhos – Gal Oppido. Execução de Projeto Cenográfico – Alvaro Egas e Viviane Tricerri André. Projeto Gráfico – Alonso Alvarez. Produção de Projeto Incentivado – Alexandre Mroz. Direção de Produção – Alexandre Brazil. Idealização de Projeto – Christiane Tricerri.

 

Show

 

Soledade – Dias 9 de março, sexta-feira, às 21 horas. Duração – 60 minutos. Recomendado para maiores de 12 anos. Com Cida Moreira.

 

Lançamento de livro

 

Ninfas do Tietê – Dia 3 de março, sábado, às 22 horas. Autora – Natália Nolli Sasso. Gênero – Poesia. Editora – Moinhos (Minas Gerais). Ano – 2018.

 

 

TEATRO DE CONTÊINER MUNGUNZÁ – Rua dos Gusmões, 43 – Luz (próximo à estação Luz do metrô). Acesso para deficientes físicos. Capacidade do Teatro – 99 lugares. Bilheteria – Abre uma hora antes do início das apresentações (aceita dinheiro e cartões débito/ crédito Visa e MasterCard).

 

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