Terça-Feira | 12 de Dezembro de 2017 | 15h23

Procuradora regional da República Eugênia Augusta Gonzaga

A apresentadora Débora Santilli recebeu a procuradora regional da República e presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos da Presidência da República, Eugênia Augusta Gonzaga, na gravação do Cartão de Visita.

Zacarias Pagnanelli, Eugênia Augusta Gonzaga e o jornalista e apresentador do Câmera Record, Marcos Hummel
Crédito: Beatriz Quintas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A procuradora falou sobre o histórico da vala clandestina do cemitério de Perus, do processo de identificação das ossadas ali encontradas em 1990 e a busca de corpos de mortos e desaparecidos políticos em geral.

Em 2009, Eugênia entrou com uma ação judicial para responsabilizar o governo federal do Estado, as universidades e médicos que foram omissos e negligentes com as ossadas e chegaram até a perder material sanguíneo de uma mãe que já havia falecido.

 

A Comissão está coordenando ainda outras frentes de investigação, além do Grupo de Trabalho Perus, há o Grupo Araguaia, além disso, estão começando a planejar exumações e pesquisas nos cemitérios do Rio de Janeiro. Este ano, em Palmas do Monte Alto, foi encerrada com sucesso a procura pela ossada do desaparecido político, João Leonardo da Silva Rocha, morto em 1975.

— Acho que finalmente estamos conseguindo dar respostas às famílias que esperam há tantos anos, declarou a procuradora.

 

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