Terça-Feira | 28 de Novembro de 2017 | 11h40

12ª Edição da Semana Nacional da Conciliação

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), realizou na manhã desta segunda-feira (27) a solenidade de abertura da 12ª Edição da Semana Nacional da Conciliação, evento promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com todos os tribunais do país, com o objetivo de disseminar a cultura da paz e do diálogo.

Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Des. Daldice Santana; Zacarias Pagnanelli; Des. Marisa Santos; presidente do TRF3, Des. Cecília Marcondes
Crédito: Beatriz Quintas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A cerimônia de abertura foi comandada pela presidente do TRF3, desembargadora federal Cecília Marcondes e pela coordenadora do Programa de Conciliação da Justiça Federal da 3ª Região, desembargadora federal Marisa Santos. O trabalho realizado durante todo o ano, ganha uma programação especial com pautas temáticas, ações de cidadania, audiências preliminares em casos sensíveis e de alta de complexidade.

De 01 de janeiro a 01 de novembro de 2017, foram realizadas 21.629 audiências de conciliação e foram homologados 12.806 processos, o que significa 62% de êxito com valores totais de aproximadamente R$ 123.000,00 milhões de reais. Todos os conciliadores são voluntários, segundo a coordenadora do programa, já existe uma lei para que os voluntários recebam, mas ainda não está em vigor.

- No mundo real os conflitos não se resolvem por redes sociais, nem por mensagens de telefone. Ao contrário, podem se intensificar nesses espaços de manifestação livre e sem compromissos éticos, enfatizou Marisa Santos. Hoje União e INSS e demais autarquias, Fazenda Nacional, Caixa Econômica Federal, Emgea, OAB, Conselhos Profissionais e Ministério Público Federal são parceiros constantes de diversos projetos de conciliação, alguns concluídos e outros em andamento, acrescentou a desembargadora federal.

Após a abertura do evento, foi assinado o termo de acordo firmado em uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal que garantiu a continuidade do trabalho de identificação das ossadas encontradas em valas clandestinas no Cemitério de Perus, na capital paulista.

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