Segunda-Feira | 27 de Novembro de 2017 | 14h22

Delegado do caso Kriptacoin, de férias em Nova York

Dr Wisllei Salomão no Top of the Rock
créditos: Leo Reis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nova York - Quem passou por Nova York foi o Coordenador de Repressão a Crimes contra o Consumidor, Ordem Tributária e Fraudes (CORF), o delegado da polícia civil de Brasília, Wisllei Salomão.

Dr. Wisllei comenta que esta é sua segunda passagem por Nova York, na primeira confessa que não gostou tanto da cidade e pensou em não voltar mais, porém desta vez diz que passou maior tempo em Manhattan e pode andar de metrô e viver como um residente, e que agora ele conseguiu ver o brilho da Big Apple.

Wisllei Salomão coordena a Operação Patrik, que busca investigar crimes financeiros por meio do uso da moeda digital Kriptacoin. Os golpistas são acusados pelos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, estelionato e uso de documento falso, além do crime de pirâmide financeira. 

Divulgação

 

De acordo com Wisllei é estimado uma movimentação de R$ 250 milhões obtidos a partir de golpes aplicados contra cerca de 40 mil pessoas.

Várias pessoas já foram presas e o número de presos pode ficar maior, mas os nomes dos investigados correm sob sigilo, disse o delegado Wisllei Salomão.

A investigação corre em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

O delegado Wisllei Salomão antes de assumir a coordenação de Repressão a Crimes contra o Consumidor, Ordem Tributária e Fraudes, chefiava a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

 

Secretaria da Segurança Publica e da Paz Social

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sobre o autor

Leonardo Reis é formado em Letras no Brasil, Jornalismo em Nova York e fez Mestrado em Linguística na Inglaterra, reside em Nova York onde é Professor Universitário e Correspondente. LeoReisNYC.com 

 

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