Quarta-Feira | 2 de Agosto de 2017 | 14h20

Professor da Fundação Cultural de Serrana é premiado no Festival de Dança de Joinville

O bailarino Diego Pradella, professor da Fundação Cultural de Serrana, conquistou o 3º lugar no Festival de Dança de Joinville, com a coreografia “Pulsação Temporã”. Ele se apresentou na noite de 27 de julho e foi premiado na categoria solo masculino de danças contemporâneas. O evento, realizado na cidade catarinense entre os dias 18 e 29 de julho, é considerado o mais importante do País e, desde 2005, é citado no Guinness Book como o maior festival de dança do mundo.

 

Licenciado e graduado em Educação Física, Diego iniciou seus estudos em Dança na cidade de Franca. O bailarino também é coreógrafo com experiência internacional e um dos professores do projeto “Arte de Dançar”, da Fundação Cultural de Serrana.

Nesta edição, a 35ª, o Festival contou com a participação de bailarinos de todos os estados do Brasil e de outros países como Argentina e Paraguai. Ao todo, foram mais de sete mil participantes entre dançarinos, estudantes, professores, profissionais e artistas convidados.

 

 

Sobre o projeto

Desde março deste ano, o “Arte de Dançar” promove, de forma gratuita, aulas de balé clássico, dança de rua, dança de salão e dança do ventre. O projeto conta com a participação de cerca de 700 pessoas, entre elas alguns alunos da APAE de Serrana. As aulas são realizadas na sede da Fundação Cultural de Serrana.

“A ideia central da iniciativa é oferecer à população serranense o acesso à cultura e estimular, por meio da dança, o autoconhecimento, a promoção do bem-estar físico e psicológico, o convívio e a integração social”, explica a proponente do projeto e diretora-presidente da Fundação, Flávia Cedrinho.

As atividades do “Arte de Dançar” são realizadas com recursos de incentivo fiscal da Pedra Agroindustrial S/A. O projeto tem aporte da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), que destina parte do imposto de renda das empresas e pessoas físicas a projetos incentivados e aprovados pelo Ministério da Cultura.

 

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