Quinta-Feira | 27 de Julho de 2017 | 11h24

Paulo Machado de Carvalho Neto

O presidente reeleito da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (AESP) falou sobre a migração das rádios AM para FM e sobre os interesses da radiodifusão no programa Cartão de Visita.

— Acredito que as emissoras, ao menos durante um período que penso ser no mínimo de cinco anos, irão operar em AM e FM simultaneamente.

Paulito, como é conhecido, disse se sentir emocionado e em casa ao voltar na emissora pela segunda vez depois de tantos anos, e contou à apresentadora curiosidades dos bastidores da época que ocupava cargos de diretoria na Rádio e Televisão Record e lembrou com saudosismo de grandes comunicadores que fizeram história como Barros de Alencar, Hebe Camargo, Gil Gomes, Eli Correa, Murilo Antunes Alves, Osmar Santos, entre outros.

Zacarias Pagnanelli, Paulo Machado de Carvalho Neto e Fábio Porchat
Crédito: Karina Lajusticia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

— O rádio me fascina, principalmente por despertar a criatividade. No rádio, você tem a facilidade de fazer com que as pessoas se integrem, participem, enfim, é viciante. Me lembro que tinha um comunicador, na época da Record, que trabalhava sem roupa, porque se sentia mais à vontade daquela forma. Mas veja, eram momentos extremamente importantes por ser algo extremamente vivo, que nascia da criatividade do momento, da criação daquela oportunidade.

E falando sobre os programas de TV, completou:

— Sinto saudades dos festivais ao vivo que marcaram a época para mim. Trabalhávamos com uma intensidade brutal e as pessoas no teatro vibravam com aquilo e participavam de uma forma muito intensa. Onde vimos surgir Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Elis Regina, grande marco... fantástico, uma época inesquecível.

 

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