Sexta-Feira | 5 de Maio de 2017 | 16h9

ADOTAR É AMOR

O mês de Maio se comemora a famila e no dia 25 de maio o dia da adoção.

Adotar é um dos atos mais bonitos que uma pessoa pode fazer, mas infelizmente ainda pode ser um processo longo para quem se dispor a adotar.

Durante todo mês de maio, as redes sociais do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vão compartilhar notícias, depoimentos e várias história sobre adoção.

Adotar é um ato de coragem e muito amor, sem preconceito e com total responsabilidade por aquele novo ser que entra na familía e passa a fazer parte dela para sempre.

A decisão do casal e a adaptação da família são essencias para que a criança nasça para todos de forma tranquila e seja bem –vinda! Estamos falando este mês do amor conquistador do encontro marcado entre mãe, pai e o filho do coração. Falamos de adoção.

Muitos grupos incentivam a chamada adoção tardia, a recepção de crianças de faixa etária mais elevada, o que poderia ajudar a resolver o impasse existente no Brasil: há 5,6-mil crianças precisando de adoção, mas a maioria não se encaixa no perfil desejado pelas mais de 30 mil pessoas querendo adotar.

Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente:

Artigo 4º - É dever da família, da comunidde, da sociedade em geral e do Poder Público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade a convivência familiar e comunitária.

É sabido que muitas crianças brasileiras impossibilitadas de viver com suas famílias de origem sonham em ser amadas e inseridas numa família adotiva.

Sabe-se também que a filiação adotiva é repleta de preconceitos.

Existem muitas facetas no universo da adoção que precisam ficar claras para os adotantes, para que a adoção seja bem sucedida.

É preciso preparar os pais adotantes e futuramente seus filhos adotivos, contra os fantasmas do abandono, contra os preconceitos e dúvidas que virão.

Abaixo segue algumas informações sobre adoção;

  1. Visite uma Vara de Infância e Juventude

Dirija-se até a Vara da Infância e Juventude mais próxima de sua casa, com os seguintes documentos em mãos:

  • Rg
  • Comprovante de residência

 

  1. Agende uma Entrevista A vara agendará uma data para um entrevista com o setor técnico. Você poderá selecionar o tipo físico, idade e sexo da criança desejado. Você receberá a lista dos documentos de que a vara precisará para dar continuidade ao seu processo. Esses documentos variam de vara para vara, mas geralmente são: - Cópia autenticada da certidão de casamento ou nascimento – Cópia do RG – Cópia do comprovante de renda mensal – Atestado de sanidade física e mental – Atestado de idoneidade moral assinado por 2 testemunhas, com firma reconhecida – Atestado de antecedentes criminais.

 

  1. Realize a Entrevista

Até dois meses, uma psicóloga do juizado agendará uma entrevista para conhecer seu estilo de vida, renda financeira e estado emocional. Ela também pode achar necessario que uma assistente social visite sua casa para avaliar se a moradia está em condições de receberá uma criança.

Atestado de indoniedade moral assinado por 2 testemunhas, com firma reconhecida – Atestado de antecedentes criminais.

  1. Inclusão no Cadastro Nacional de Adoção

A partir das informações no seu cadastro e do laudo final da psicóloga, o juiz dará seu parecer. Isso pode demorar mais um mês, dependendo do juizado. Com sua filha aprovada, você ganhará o Certificado de Habilitação para Adotar, válido por dois anos em território nacional. Seu nome estará então inserido no Cadastro Nacional de Adoção. Com o certificado, você entrará automaticamente na fila de adoção nacional e aguardará até aparecer uma criança com o perfil desejado. Ou poderá usar o certigicado para adotar alguém que conhecer. Nesse caso, o processo é diferente: você vai precisará de um advogado para entrar com o pedido no juizado.

Dúvidas psicológicas e jurídicas são comuns surgirem em pais adotivos.

Patra obter auxílio de forma gratuita, existem alguns grupos de Apoio a adoção, criados para oritentar, transmitir informações sobre o processo adotivo e discutir temas relacionados à Espera, à adoção propriamente dita e ao período pós adotivo,  que acompanha por meio de reuniões mensais, dezenas de pessoas.

Ter apoio, poder trocar idéias, ter informações é fundamental antes da adoção propriamente dita, quando Estamos amadurecendo a idéia, ainda cheios de dúvidas, incertezas e medos.

Participar de um Grupo de Apoio à Adoção significa ter acompanhamento por todo esse dificil percurso que é preciso percorrer ao desejarmos adotar um filho.

 “A adoção nada mais é do que uma forma de amor e carinho”

ADOÇÃO: Conheça o site Adotar, idealizado pela Corregedoria Geral da Justiça para facilitar o acesso a informações a respeito de adoção: http://www.adotar.tjsp.jus.br/#AtoDeAmor

Fonte; CNJ (Conselho Nacional de Justiça)

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